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A Nação Brasileira está dividida!

De um lado, os membros do Poder que dominam e usufruem das estruturas do Estado, em aliança com o crime organizado, desprezando o bem comum.

Do outro lado, a sociedade na amarga posição de suplicante de direitos nunca atendidos.
Essa realidade perversa compromete o futuro da Nação e a segurança do Brasil e das Américas. O exercício da cidadania é o caminho para impor o bem comum.

A UNIÃO NACIONALISTA DEMOCRÁTICA objetiva aliar brasileiros para exigir do Poder Público o respeito às instituições, a preservação da nacionalidade, a autodeterminação do Brasil, a garantia da ordem pública e a reintegração da nação nas riquezas do país, lembrando a todos, que o PARÂMETRO DA AUTORIDADE É A LEGALIDADE.


BRASIL ACIMA DE TUDO!

UND  UNIÃO NACIONALISTA DEMOCRÁTICA
Antonio Ribas Paiva

Jobim, o Exército e a Constituição Federal
Por Antônio Ribas Paiva

O artigo 84 da Constituição Federal não permite que o Presidente da República delegue, a quem quer que seja, a autoridade, que detêm sobre as Forças Armadas.

Está claro, portanto, que o Dr Jobim não pode exonerar ninguém das Forças Armadas, muito menos um membro do Alto Comando do Exército, por absoluta falta de autoridade para tanto.

É bom marcar, que qualquer cidadão, civil ou militar, tem o direito e até o dever de criticar o governo, com total imunidade.

Neste caso, a justa crítica foi dirigida a um simples projeto ideológico de governo, regular exercício de direito, que não é passível de reprimenda ou exoneração, como pretende o Sr. Ministro da Defesa.

É estranho, que um advogado, que já foi Deputado Constituinte e Ministro do Supremo Tribunal Federal, assuma posturas contrárias ao princípio constitucional da legalidade, que deve nortear o trato da coisa pública.

Com todo o respeito, essa postura, olímpica e ilegal, do Dr. Jobim evidencia, o baixo apreço que sua Excelência devota à democracia.

Os habitantes do Poder precisam entender, mais do que todos, que o parâmetro da autoridade é a legalidade ou serão vítimas do seu despotismo.


Antônio José Ribas Paiva, advogado, é Presidente do grupo de estudos União Nacionalista Democrática (UND)
A NEGOCIATA COM OS RAFALES: EIS O GRANDE ESCÂNDALO
Por Reinaldo Azevedo (*)

Não fosse essa espécie de abdução coletiva a que estamos todos submetidos, com “O Cara” deitando e rolando sobre as instituições — e a moralidade pública — , o caso dos caças Rafale seria tratado como aquilo que é: UM ESCÂNDALO, talvez o maior do governo Lula. Não é assim porque eu quero. É assim porque é. A Índia abriu uma concorrência internacional para a compra — ATENÇÃO!!! — de 126 caças. Valor que se dispõe a pagar a Força Aérea Indiana: US$ 10 bilhões. Seis modelos participaram da primeira rodada de seleção: os americanos F 18 e F 16, o Eurofighter Typhoon, o  russo MiG 35, o sueco Gripen NG e o Rafale. Só um caça foi descartado no começo da disputa: o Rafale. Justificativa: não cumpria os requisitos mínimos de desempenho técnico exigidos pela Força Aérea Indiana.

Como vocês sabem, o Rafale é o caça que Lula decidiu comprar ao arrepio da recomendação da Aeronáutica, que é quem entende da área no Brasil. Lula, o Homem com o Isopor na Cabeça, é especialista em outros assuntos. Muitos indagarão: “Mas o escândalo está em ter a Força Aérea da Índia rejeitado o Rafale, que Lula quer comprar?” Não! Já contei onde está. É que a abdução em curso está nos impedindo de ver as coisas com a rapidez necessária. Já chego lá. Antes, algumas outras considerações. Ah, sim: depois de ler este post, você pode obter mais detalhes na concorrência indiana no site India Defence. Sigamos.

Enquanto o Rafale esteva na concorrência, Nicolas Sarkozy, o camelô de aviões e marido de Carla Bruni, fez o mesmíssimo lobby que vem fazendo no Brasil. A diferença é que, na Índia, a avaliação é realmente técnica. Por lá, não basta apenas adular o imperador absolutista, dispensar-lhe rapapés, elegê-lo “o homem do ano”, para embolsar alguns bilhões. Desde o começo da concorrência, informam os sites indianos que trataram do assunto, o Rafale era considerado a pior alternativa entre — atenção! — SETE MODELOS.

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Jogo de cena

A demissão ou a permanência de Jobim ou de Viegas ou de Élcio Álvares no Ministério da Defesa em nada altera a segurança nacional, porque o “gabinete” é só “papelada”, “conversa fiada” e “política”, o que dá no mesmo.

O dever constitucional de defender a Nação e o Brasil contra seus inimigos internos, externos ou de si mesma é dos comandantes militares, que por isso mesmo, não podem envolver-se no “jogo de cena” da política, porque sua missão é irrenunciável.

Vannuchi e Jobim são políticos do governo Lula, que devem colaborar entre si, sob pena de demissão “ad nutum”. Foi o que ocorreu!

Vannuchi, em clara manobra diversionista, exerceu falsa pressão contra a lei de anistia, para “valorizar o papel” de Jobim diante das Forças Armadas, fazendo o “jogo de cena” do pedido de demissão, adredemente combinado.

O governo do PT não quer alterar a lei de anistia, por três motivos: impossibilidade jurídica, impossibilidade política e necessidade de proteção dos seus membros e correligionários.

De fato, a legislação brasileira não prevê a “reformatio in pejus”; a Classe Política não vê como prioritário o assunto e o governo não quer revogar a lei de anistia, porque Dilma, José Dirceu e companhia iriam para a cadeia.

Senhores Comandantes, a Nação Brasileira não quer a politização de suas Forças Armadas, que institucional e constitucionalmente devem pairar acima de futricas de gabinetes, de qualquer governo, porque os governos são passageiros mas a Missão dos Exércitos é permanente.

Antônio José Ribas Paiva
UNIÃO NACIONALISTA DEMOCRÁTICA – UND
Presidente

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