Home
Fale conosco
Nossas metas
Quem somos
Conceitos
CB e Código Penal Militar
Conceitos
Organograma do crime
UND Ações
Carta aos Generais I
Carta aos Generais II
END: Erro Crasso ou Má fé?
Ministro do Supremo Tribunal Federal é requisitado a cumprir seu dever
UND acusa traição à Pátria
fazendacoqueiro_66
Artigos Selecionados
Crime organizado/ Terrorismo
Defesa
Outros
Política
Soberania Nacional
Vigilância Eletrônica
ocruzeiro
Mais lidos
Últimas publicações
Multimídia
Audios
Vídeos
Dr. Antonio Ribas Paiva na TV Orkut
Dr. Antonio Ribas Paiva na TV Futura
Links sugeridos
Urnas Eletrônicas
Notícias e Atualidades
We have 4 guests online
Visitors: 875141

A Nação Brasileira está dividida!

De um lado, os membros do Poder que dominam e usufruem das estruturas do Estado, em aliança com o crime organizado, desprezando o bem comum.

Do outro lado, a sociedade na amarga posição de suplicante de direitos nunca atendidos.
Essa realidade perversa compromete o futuro da Nação e a segurança do Brasil e das Américas. O exercício da cidadania é o caminho para impor o bem comum.

A UNIÃO NACIONALISTA DEMOCRÁTICA objetiva aliar brasileiros para exigir do Poder Público o respeito às instituições, a preservação da nacionalidade, a autodeterminação do Brasil, a garantia da ordem pública e a reintegração da nação nas riquezas do país, lembrando a todos, que o PARÂMETRO DA AUTORIDADE É A LEGALIDADE.


BRASIL ACIMA DE TUDO!

UND  UNIÃO NACIONALISTA DEMOCRÁTICA
Antonio Ribas Paiva

A NEGOCIATA COM OS RAFALES: EIS O GRANDE ESCÂNDALO
Por Reinaldo Azevedo (*)

Não fosse essa espécie de abdução coletiva a que estamos todos submetidos, com “O Cara” deitando e rolando sobre as instituições — e a moralidade pública — , o caso dos caças Rafale seria tratado como aquilo que é: UM ESCÂNDALO, talvez o maior do governo Lula. Não é assim porque eu quero. É assim porque é. A Índia abriu uma concorrência internacional para a compra — ATENÇÃO!!! — de 126 caças. Valor que se dispõe a pagar a Força Aérea Indiana: US$ 10 bilhões. Seis modelos participaram da primeira rodada de seleção: os americanos F 18 e F 16, o Eurofighter Typhoon, o  russo MiG 35, o sueco Gripen NG e o Rafale. Só um caça foi descartado no começo da disputa: o Rafale. Justificativa: não cumpria os requisitos mínimos de desempenho técnico exigidos pela Força Aérea Indiana.

Como vocês sabem, o Rafale é o caça que Lula decidiu comprar ao arrepio da recomendação da Aeronáutica, que é quem entende da área no Brasil. Lula, o Homem com o Isopor na Cabeça, é especialista em outros assuntos. Muitos indagarão: “Mas o escândalo está em ter a Força Aérea da Índia rejeitado o Rafale, que Lula quer comprar?” Não! Já contei onde está. É que a abdução em curso está nos impedindo de ver as coisas com a rapidez necessária. Já chego lá. Antes, algumas outras considerações. Ah, sim: depois de ler este post, você pode obter mais detalhes na concorrência indiana no site India Defence. Sigamos.

Enquanto o Rafale esteva na concorrência, Nicolas Sarkozy, o camelô de aviões e marido de Carla Bruni, fez o mesmíssimo lobby que vem fazendo no Brasil. A diferença é que, na Índia, a avaliação é realmente técnica. Por lá, não basta apenas adular o imperador absolutista, dispensar-lhe rapapés, elegê-lo “o homem do ano”, para embolsar alguns bilhões. Desde o começo da concorrência, informam os sites indianos que trataram do assunto, o Rafale era considerado a pior alternativa entre — atenção! — SETE MODELOS.

Read more...
Jogo de cena

A demissão ou a permanência de Jobim ou de Viegas ou de Élcio Álvares no Ministério da Defesa em nada altera a segurança nacional, porque o “gabinete” é só “papelada”, “conversa fiada” e “política”, o que dá no mesmo.

O dever constitucional de defender a Nação e o Brasil contra seus inimigos internos, externos ou de si mesma é dos comandantes militares, que por isso mesmo, não podem envolver-se no “jogo de cena” da política, porque sua missão é irrenunciável.

Vannuchi e Jobim são políticos do governo Lula, que devem colaborar entre si, sob pena de demissão “ad nutum”. Foi o que ocorreu!

Vannuchi, em clara manobra diversionista, exerceu falsa pressão contra a lei de anistia, para “valorizar o papel” de Jobim diante das Forças Armadas, fazendo o “jogo de cena” do pedido de demissão, adredemente combinado.

O governo do PT não quer alterar a lei de anistia, por três motivos: impossibilidade jurídica, impossibilidade política e necessidade de proteção dos seus membros e correligionários.

De fato, a legislação brasileira não prevê a “reformatio in pejus”; a Classe Política não vê como prioritário o assunto e o governo não quer revogar a lei de anistia, porque Dilma, José Dirceu e companhia iriam para a cadeia.

Senhores Comandantes, a Nação Brasileira não quer a politização de suas Forças Armadas, que institucional e constitucionalmente devem pairar acima de futricas de gabinetes, de qualquer governo, porque os governos são passageiros mas a Missão dos Exércitos é permanente.

Antônio José Ribas Paiva
UNIÃO NACIONALISTA DEMOCRÁTICA – UND
Presidente

O fator gerador das crises

Editoria

As “bolhas” especulativas e o crime organizado têm o mesmo fato gerador: a falta de opções de investimento!

O investimento sadio requer o tripé segurança – rentabilidade – liquidez, axioma cada vez mais difícil de atender, em razão da subversão do papel do capital na cadeia produtiva.

De fato, o capital, em economia saudável, é apenas um dos componentes da cadeia de produção. Todavia, seus gestores, ignorando La Fontaine, não resistem à tentação de “canibalizar” o sistema produtivo, porque detêm a moeda, bem de procura universal, com tomadores a qualquer preço e, portanto, de mercado inelástico no varejo. (não nivelado pela oferta e procura)

Ao ignorarem a simbiose capital – produção, os gestores financeiros exaurem a cadeia produtiva exorbitando na taxa de juros e reduzem suas opções de investimento, contaminando a economia.

Sem opções de investimento, os gestores financeiros internacionais, que reciclam, diariamente, trilhões de dólares, são obrigados a atropelar as fronteiras éticas e legais, investindo no lícito ou no ilícito, com a mesma desenvoltura, gerando, nessa “ciranda”, o crime organizado, pois utilizam-se e incentivam a associação do crime com membros do Poder do Estado, controlando o sistema político partidário, financiando eleições, forjando falsos lideres, dóceis aos seus interesses e manobrando a mídia.

O crime organizado, instrumentado pelos controladores financeiros internacionais, opera com segurança financeira total, porque no negócio do crime, a garantia do capital é a vida do tomador do empréstimo.

Read more...
<< Start < Previous 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Next > End >>

http://undbrasil.org - 2007 Todos os direitos reservados