|
"O Chefe" |
Após anos de investigação, Ivo Patarra afirma: "Lula é o chefe. A rede de esquemas é enorme, complexa e, se houver inteligência, Lula não deve saber dos detalhes, até para não ser envolvido. Para ler, clique aqui. | |
|
Nós temos 24 convidados online |
|
A Nação Brasileira está dividida!
De um lado, os membros do Poder que dominam e usufruem das estruturas do Estado, em aliança com o crime organizado, desprezando o bem comum.
Do outro lado, a sociedade na amarga posição de suplicante de direitos nunca atendidos. Essa realidade perversa compromete o futuro da Nação e a segurança do Brasil e das Américas. O exercício da cidadania é o caminho para impor o bem comum.
A UNIÃO NACIONALISTA DEMOCRÁTICA objetiva aliar brasileiros para exigir do Poder Público o respeito às instituições, a preservação da nacionalidade, a autodeterminação do Brasil, a garantia da ordem pública e a reintegração da nação nas riquezas do país, lembrando a todos, que o PARÂMETRO DA AUTORIDADE É A LEGALIDADE. BRASIL ACIMA DE TUDO!
UND UNIÃO NACIONALISTA DEMOCRÁTICA Antonio Ribas Paiva
| |
|
23 de Abril de 2012 - 08:35 |
|
Tribuna da Internet (*)
Gen. Ex. Luiz Gonzaga Schroeder Lessa O país aguarda com ansiedade a designação, pela presidente Dilma, dos integrantes do que se convencionou chamar de “Comissão da Verdade”. Quanta presunção ao se adjetivar essa comissão com a palavra “verdade”! Há milênios, o vocábulo vem desafiando a humanidade, os filósofos e as religiões. Ainda hoje, sem sucesso, busca-se um conceito que responda à pergunta de Pilatos a Cristo (por Ele não respondida):”o que é a Verdade”? Muito já se falou sobre tal comissão, mas o tema está longe de ser esgotado. A comissão inspirada no governo Lula, aprovada pelo Congresso Nacional por meio da lei nº 12528/2011 e em vias de ativação pela presidente Dilma, tem a finalidade maior de “efetivar o direito à memória e à verdade histórica e promover a reconciliação nacional”. Alcançará o seu desiderato? Tudo indica que, ao final dos seus trabalhos, vai apresentar uma verdade facciosa, simbólica, parcial que expressa, apenas, a visão do grupo esquerdista-marxista que lutou para que se implantasse no Brasil um regime totalitário nos moldes de Cuba, quiçá, ainda mais violento, e que nunca buscou, como se alardeia, a restauração da democracia . A “verdade” que surgirá dessa comissão está atrelada, ideologicamente, ao grupo que foi derrotado e que, hoje, é governo, portanto, será simpática e leniente para com ele. Não pode a comissão, por força de lei, ouvir os depoimentos dos integrantes desse grupo, vital para que a memória seja, de fato, resgatada. Desde já, é condenatória e discriminatória com aqueles que serão ouvidos e que se opuseram, tenazmente, aos grupos extremistas que tentaram impor à sociedade brasileira o marxismo-leninismo, seguindo estritamente as diretrizes e ordens dos líderes de então das URSS, China, Cuba e Albânia. |
|
Leia mais...
|
|
|
Uma visão crítica da entrevista do Dr. Celso Amorim à Revista “ISTO É” |
|
17 de Abril de 2012 - 07:48 |
Gen Marco Antonio Felício da Silva (*)
Qualquer militar com um mínimo de brio não poderá aceitar as afirmações do Dr. Celso Amorim, a maioria delas sem qualquer explicitação adicional, em recente entrevista concedida à revista “ISTO É” (abaixo, na íntegra), pois, sem sombra de qualquer dúvida, em suas colocações, infundadas, mostra, entre outros absurdos, os militares como incapazes de gerir os destinos das Forças Armadas, missão para a qual se prepararam por toda uma vida. Se os militares não são capazes para tal, não o seria um homem que escolhe o populista e demagógico Lula como “o nosso guia” e aceita complacentemente as suas desastradas ações diplomáticas presidenciais quando, assessorado pelo trotskysta Marco Aurélio Garcia, colocou os interesses de aliados ideológicos e “amigos” acima dos próprios interesses nacionais. As questões, entre outras, havidas com Argentina, Bolívia, Equador, Paraguai, Colômbia e Honduras, e soluções respectivas, foram notoriamente humilhantes para o Brasil, sem contar o fiasco das negociações referentes aos problemas palestino e iraniano e da reivindicação, sem amparo de poder militar a altura, à cadeira permanente do Conselho de Segurança da ONU. O Dr. Amorim foi responsável, em 2007, pelo voto favorável à aprovação, na ONU, da Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas, repudiado durante anos pelo Itamaraty e considerado um absurdo pelos militares. Tal tratado fere a soberania nacional, pois, possibilita a declaração da independência administrativa, política, econômica e cultural das chamadas nações indígenas, que se tornariam países autônomos, com leis próprias. Nem mesmo as Forças Armadas brasileiras teriam o direito de entrar em seus territórios. Há que enfatizar, que o tratado foi rejeitado, ou assinado com ressalva, por vários países, entre eles Estados Unidos, Nova Zelândia, Austrália, Rússia e Argentina. Embora, ainda não ratificado pelo Congresso, já há movimentos internacionais atuando sobre tribos brasileiras, insuflando-as a buscarem o “status” de nações. É uma situação delicada, em se tratando da Amazônia brasileira, área enorme e de difícil vigilância, ainda mais tendo em vista as carências materiais e financeiras das FFAA. Área com inúmeras reservas indígenas, sitiadas em cima de provincias minerais riquíssimas e estratégicas, dominadas por ONG estrangeiras as quais não sofrem fiscalização adequada. Como representande do Brasil na ONU, o Dr. Celso Amorim empenhou-se nas discussões sobre o regime internacional de desarmamento e não-proliferação de armas nucleares. Participou ativamente da Comissão Canberra, iniciativa do governo da Austrália em 1995, que deu origem a relatório, em 1996, favorável a adoção de medidas na área do desarmamento e da não-proliferação nuclear. Logo em seguida, o Dr.Celso Amorim, perante a ONU, declarou a intenção do Brasil em aderir ao “Tratado de Não-Proliferação Nuclear” (1997), o que foi concretizado em 1998, no governo FHC. Este ato, pode ser considerado um crime de lesa-Pátria, pois, retirou do Brasil uma grande arma de barganha nas negociações internacionais e, ao mesmo tempo, privou o País, o que é confirmado por inúmeros trabalhos de pesquisadores internacionais na área da Ciência Política, da possibilidade de ser considerado uma potência, atual ou futura, pela falta do Poder Militar Nuclear. Assim, como o faz hoje, O Itamarty pratica política “soft power”, buscando respaldo em alianças, como a dos BRICS, a mais forte delas, pois, a exceção do Brasil, os demais países têm poder nuclear. |
|
Leia mais...
|
|
|
Crime organizado: para combater o inimigo é preciso conhecê-lo |
|
16 de Abril de 2012 - 08:21 |
|
Notícias, STJ (*) Máfia na Itália, Tríade na China, Yakuza no Japão, Cartel na Colômbia e no México, Bratva na Rússia e na Ucrânia e Comando no Brasil. Nomes diferentes para denominar uma mesma atividade ilícita que se estende pelo mundo todo: o crime organizado. Por isso, governos, empresas, instituições e as sociedades civis organizadas têm unido esforços para combater essa prática, como é o caso do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e da Organização das Nações Unidas (ONU). Recentemente, o presidente do STJ, ministro Cesar Asfor Rocha, assinou um documento com o representante regional para o Brasil e o Cone Sul do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes (UNODC), Bo Mathiasen. A intenção do acordo é promover a cooperação mútua e o intercâmbio de experiências no combate ao crime transnacional. Para o representante do UNODC, Bo Mathiasen, a globalização tem transformado o modo de vida das sociedades e dos estados, sendo as fronteiras entre os países mais permeáveis, e o trânsito de pessoas, mercadorias, serviços e recursos cada vez mais ágil. Segundo Mathiasen, “a mesma lógica que facilita o comércio e a integração entre os povos também implica mudanças radicais nas dinâmicas dos crimes e da violência”. E lembrou que, se por um lado, as facilidades advindas de ferramentas como a internet são muito bem-vindas, por outro, elas exibem um aspecto hostil, “afinal as mesmas tecnologias que possibilitam melhorias substantivas nas vidas das pessoas também são utilizadas por aqueles que burlam as leis, cometem crimes e desafiam a Justiça”. O documento assinado pelos dois órgãos prevê a realização de esforços conjuntos no desenvolvimento de ações que fortaleçam a punição das diversas modalidades de crime organizado transnacional. “A aproximação entre essas entidades é chave para consolidar o papel da Justiça Federal no enfrentamento ao crime organizado doméstico e transnacional, sobretudo à luz dos padrões e boas práticas internacionais no mundo irreversivelmente globalizado”, destacou o presidente do STJ. |
|
Leia mais...
|
|
| << Início < Anterior 1 2 3 4 5 6 7 Próximo > Fim >>
| |