Após anos de investigação, Ivo Patarra afirma: "Lula é o chefe. A rede de esquemas é enorme, complexa e, se houver inteligência, Lula não deve saber dos detalhes, até para não ser envolvido. Para ler, clique aqui.
De um lado, os membros do Poder que dominam e usufruem das estruturas do Estado, em aliança com o crime organizado, desprezando o bem comum.
Do outro lado, a sociedade na amarga posição de suplicante de direitos nunca atendidos. Essa realidade perversa compromete o futuro da Nação e a segurança do Brasil e das Américas. O exercício da cidadania é o caminho para impor o bem comum.
A UNIÃO NACIONALISTA DEMOCRÁTICA objetiva aliar brasileiros para exigir do Poder Público o respeito às instituições, a preservação da nacionalidade, a autodeterminação do Brasil, a garantia da ordem pública e a reintegração da nação nas riquezas do país, lembrando a todos, que o PARÂMETRO DA AUTORIDADE É A LEGALIDADE.
BRASIL ACIMA DE TUDO!
UND UNIÃO NACIONALISTA DEMOCRÁTICA Antonio Ribas Paiva
BRASIL, SOBERANIA JÁ!
Nossa soberania está ameaçada, por inimigos externos e traidores internos.
É por isso, que o nosso Brasil, “continente” mais rico do mundo, país agrícola e mineral, paradoxalmente, tem o povo pobre.
A autodeterminação é o único caminho para reintegrar o povo brasileiro na posse das riquezas do Brasil. Não precisamos de esmolas, públicas ou internacionais. O patriotismo do povo brasileiro vem da alma e é permanente! Amamos a liberdade e, por isso, em respeito à humanidade, repudiamos a escravidão, a que nos querem reduzir os inimigos e traidores.
Através do movimento patriótico “Brasil – Soberania Já”, vamos unir a Nação Brasileira, para exigir das autoridades não comprometidas com a Traição à Pátria,
SOBERANIA – JÁ
***
DIGA NÃO
1 - Ao separatismo pretendido por supostas nações indígenas, meros instrumentos dos inimigos externos. Somos todos brasileiros!
2 - À entrega de nossas riquezas minerais, ambientais e agrícolas aos piratas internacionais, como, de há muito têm feito os supostos governantes do Brasil.
3 - À traição praticada por grande parte dos políticos, financiados pelos inimigos do Brasil e pelo Crime Organizado.
4 - Ao sucateamento, proposital, de nossas Forças Armadas. Nação sem exércitos não tem país, independência e muito menos, Liberdade.
5 - A entrega de Roraima ou de qualquer parte do território nacional. A Amazônia é nossa!
6 - Ao falso ambientalismo internacional, apoiado por traidores. Sabemos preservar o que é nosso.
7 - Às supostas diferenças raciais. Somos todos irmãos e brasileiros. As batalhas de Guararapes contra os invasores holandeses foram travadas e vencidas por índios, brancos e negros. Nada, nem ninguém, poderá dividir a Nação Brasileira.
8 - Às falsas ideologias. Meros instrumentos de dominação dos inimigos da nossa pátria e da liberdade dos povos.
9 - À exploração da produção pela especulação financeira. A segurança nacional depende da saúde econômica.
10- Aos governos do crime organizado. Cidadania é o império da lei. Democracia é segurança do direito!
SOBERANIA JÁ!
undbrasil.org
A dama de vermelho
Dilma Roussef e sua história de terrorismo confesso, junto a pessoas como Franklin Martins e José Dirceu, todos treinados em Cuba. Um importante documentário que bem evidencia a verdadeira essência do petismo, e o que estas pessoas podem fazer para atingir seus objetivos de natureza totalitária, já que se dizem orgulhosos por terem realizados seqüestros, assassinatos, assaltos e outros crimes. (MSM)
Lula idolatra o assassino sanguinolento Fidel Castro; Dilma discursa no Brasil com bandeira cubana de pano de fundo e confirma seu passado como terrorista no programa do Jô.
La frenética subversión internacional de Fidel Castro
El Che Guevara en 1965 en el Congo, donde ayudó a organizar un movimiento guerrillero Archivo MCT
Por Juan F. Benemelis (*) Especial para El Nuevo Herald
Fidel Castro entró a formar parte del bloque soviético cuando la URSS se consolidó como superpotencia militar e irrumpió fuera de la masa continental euroasiática, en los momentos también del cisma chinosoviético y de la descolonización afroasiática.
En Africa, Medio Oriente y América Latina, su familiar silueta, tocada con un puro en la boca, se vio mitificada por su antiyanquismo, que lo convirtió en el paladín de la escena no alineada.
El elemento definitorio de su política exterior fue conformar alianzas con Estados que compartiesen su enemistad hacia Estados Unidos y la democracia, proyección que, en plena Guerra Fría, implicó integrarse a los intereses estratégicos de la URSS.
Su política exterior, la más desconcertante y provocadora de los tiempos modernos, como si fuese una potencia militar, se proyectó en islas, estrechos y territorios claves de dos continentes: Africa y América Latina, utilizando una red de organizaciones pantallas que le permitió unificar recursos y ganancias políticas dentro del antiguo bloque soviético y entre los movimientos de izquierda.
Con rapidez, fundó un entramado de espionajes (la DGI, el Departamento América, la DIM) considerado en su momento el tercero del planeta, después de la KGB y de la CIA, no sólo por su dimensión sino por su capacidad para golpear diversos objetivos en lugares dispares, y para descubrir, identificar y explotar conflictos locales genuinos o evitables. Estos dominaron las acciones encubiertas, la falsificación de documentos, la inteligencia humana y tecnológica, la penetración de gobiernos (Ana Belén Montes, la Red Avispa en Estados Unidos), ejércitos e instituciones civiles, la adquisición de secretos, la implantación de centros ilegales, la desinformación y guerra psicológica, la promoción de la narcoguerrilla, la transferencia tecnológica occidental al bloque soviético, el lavado de dinero, el comercio ilegal. Ni la Mossad israelí, la Stassi germanoriental, la Securité francesa o el M-6 inglés lograron montar la vastedad de maquinaciones de espionaje y subversión como él: en América Latina y Africa, en el mundo árabe y el asiático, del Sahara español a Vanuatu, en el Pacífico.
Castro transformó a Cuba en un estado mayor de lucha armada, terrorista, y de inteligencia contra Estados Unidos, arrastrando consigo a toda una generación latinoamericana y afroárabe, y en ocasiones a una cautelosa Unión Soviética. Poco se conoce, fuera de los círculos militares y de inteligencia, de la complejidad y la magnitud de esta subversión, cuando un verdadero racimo humano, alrededor de 25,000 individuos de diversos continentes y filiaciones ideológicas (entre ellos 10,000 latinoamericanos), fueron entrenados como guerrilleros y terroristas en más de una docena de campos de entrenamientos dentro y fuera de la Isla.