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O NÚCLEO, O EXÉRCITO E O DEVER DE DIZER NÃO

Em 1889 o Brasil tinha cerca de 14 milhões de habitantes, absolutamente alheios, como hoje, ao Sistema de Governo. Tratavam da própria vida, no ritmo dos trópicos, espalhados por 8,5 milhões de km².

O Império do Brasil era a segunda potência econômica e militar do mundo. O Maranhão, à época, grande produtor de algodão, era a 5ª potência econômica do mundo.
As Forças Armadas Imperiais tinham cultura de combate, adquirida na Guerra do Paraguai. A Marinha Imperial, 2ª do mundo, dominava o Atlântico, a projeção de poder do Brasil Imperial alcançava a África e o extremo oriente; cenário preocupante para a maior potência militar: o Império Britânico.

De repente, em 15 de novembro de 1889, aparentemente atendendo aos anseios de algumas centenas de republicanos e, supostamente em retaliação ao Visconde de Ouro Preto, Ministro do Império, Deodoro da Fonseca, com uma “barretada”, lançou o Império do Brasil no 3º Mundo.

A decadência permanente do período posterior à proclamação da República, levanta suspeitas e impõe uma análise histórica sob ângulos diferentes dos abordados habitualmente.
O Brasil, após 15 de novembro, “despencou” do 2º lugar como potência militar e econômica do mundo, para um modesto 46º lugar em 1964, quando houve uma “repescagem” econômica com os governos militares e o país, em 1973, ascendeu ao 8º lugar, como potência econômica.
A decadência continuou e, atualmente, o Brasil, apesar de ser a 7ª potência econômica mundial é, apenas, a 60ª potência militar e sua educação ocupa a 88ª posição.

Essa decadência foi atípica, porque o Brasil é uma potência natural, com território, população e recursos naturais. Não fossem os colaboracionistas, teria se desenvolvido como os irmãos dos Estados Unidos da América fizeram. E não se fale em povo, porque o povo nunca fez nem soube de nada; nem cá e nem lá.

Voltando a 1889, não é verossímil, que algumas centenas de republicanos, tenham empolgado o Exército Brasileiro a proclamar a República e, no aproveitamento do êxito, massacrado os oponentes da Marinha Imperial.

Para concluir basta perguntar: A quem aproveitou o fim do Império do Brasil?

Certamente ao Império Britânico, que como afirmou Eric Hobsbawm (historiador britânico), em a Era dos Impérios, tinha a América do Sul como parte informal de suas possessões.

A conclusão é dolorosa, mas deve ser feita. Foi apenas um Núcleo de Oficiais do Exército Brasileiro que, talvez inadvertidamente, garantiu o êxito do Império Britânico. Isso até se explica, porque Benjamin Constant, líder do movimento, não era guerreiro, era um professor de matemática, que tudo fez para não ir para a Guerra do Paraguai.

Estranhamente, o Exército Brasileiro, proclamou a República, mas não a implantou, limitando-se a algumas intervenções superficiais na Política, sem contudo, aprimorar as Instituições e garantir a Democracia.

A “classe política”, desde 1889, vem assenhoreando-se do Brasil, como coisa deles, e o Exército não vem cumprindo o seu exclusivo dever de dizer não.

Será que o Núcleo de Oficiais, que proclamou a República, ainda controla politicamente o Exército Brasileiro, suscitando um falso corporativismo, que procura manter os brasileiros fardados alheios à coisa política?

Esse alheiamento vulnerabilizou o Brasil, que sofre ataques de Guerra de 5ª Geração, sem qualquer reação. Nossas ferrovias foram destroçadas, de Norte a Sul, de Leste a Oeste; o Lloyd Brasileiro foi extinto; a guerrilha campesina atacou o agronegócio, financiada com dinheiro público e internacional; minérios estratégicos são exportados fraudulentamente, por preços vis; nossa indústria bélica, que garantiu o poder de fogo do Iraque e da Líbia, foi fechada; nossas hidrovias permanecem inexploradas; a logística tem “gargalos”, que entravam o desenvolvimento; tudo sem que o Exército dissesse não, apesar do evidente solapamento da Soberania.

Tudo leva a crer, que o Núcleo de oficiais, que lançou o Império do Brasil no 3º Mundo, perenizou-se e atua de forma intertemporal, sufocando, talvez inadvertidamente, nossas potencialidades. Seu papel não é complicado, basta impedir o Exército de dizer não. Assim foi na criação da Reserva Raposa Serra do Sol, também de interesse do Império Britânico, muito se falou, até com certa veemência, mas o Exército Brasileiro não disse NÃO (em 1904 a Guiana Inglesa nos tomou 19.000 km², na mesma região),

Essa omissão, do DEVER DE DIZER NÃO, possibilitou que os poltrões e traidores de gravata “cumprissem sua missão”. Para o Império Britânico a continuação do golpe já praticado em 1904 está em andamento! É preciso cumprir o DEVER DE DIZER NÃO!

Revisitando a história, observa-se que o primeiro ato da 1ª Guerra Mundial foi a Proclamação da República no Brasil.

A Princesa Izabel casou-se, em aliança monárquica, com o Príncipe Gastão de Orléans, Conde d’Eu, dinasta francês das Casas Bourbon Orléans e Saxe-Coburg-Gotha, forjando a aliança do Império do Brasil, com o Império Português, com o Império Francês e com o Império Austro-Húngaro1 e Alemão.

Sem a proclamação da República no Brasil a 1ª Guerra Mundial não teria ocorrido.

A Marinha Imperial Brasileira dominava o Oceano Atlântico e as alianças monárquicas do Império do Brasil impediriam a formação da Tríplice Entente2.

Bem sucedido no Brasil, sem disparar um único tiro, graças ao Núcleo de oficiais existente no Exército Brasileiro, o Império Britânico deu andamento ao seu planejamento.

Em 28 anos, de 1889 a 1917, o Império Britânico destroçou 7 (sete) impérios: o do Brasil, o de Portugal, o Otomano3, o Francês, o Russo4, o Austro-Húngaro e o Alemão5.

Na história da humanidade não existe registro de tal “sucesso” em apenas 28 anos. Nem os Romanos conseguiram tal proeza.

Esse brilhantismo político-estratégico, que nos vitimou e, vitima, deve ser objeto de estudos adequadamente dirigidos, que ajudarão a sobrestar os 121 anos de decadência do Brasil.

Acima de tudo, o Exército Brasileiro precisa encapsular esse Núcleo de falso corporativismo, que vem impedindo o cumprimento do dever de dizer não.

Encapsulado o núcleo, o Brasil se autodeterminará automaticamente e a missão desta geração de brasileiros estará cumprida, sem qualquer ruptura, sem violência, basta, apenas, o Exército Brasileiro passar a cumprir o seu intransferível dever de dizer não.

São Paulo, 4 de abril de 2011
UNIÃO NACIONALISTA DEMOCRÁTICA – UND
Antônio José Ribas Paiva
Presidente

FONTES:

1. Corresponderia atualmente à Áustria, Hungria, República Checa, Eslováquia, Eslovénia, Croácia, Bósnia e Herzegovina e as regiões da Voivodina na Sérvia, Bocas de Kotor no Montenegro, Trentino-Alto Ádige e Trieste na Itália, Transilvânia e parte do Banato na Roménia, Galícia na Polónia e Ruténia (região Subcarpática) na Ucrânia).

2. Tríplice Entente foi a aliança militar realizada entre a Inglaterra, a França e o Império Russo após a assinatura da Entente Anglo-Russa em 1907. A Aliança Franco-Russa de 1871, juntamente com a Entente Anglo-Russa de 1907 e a Entente Cordiale de 1903, formaram a Tríplice Entente, entre a França, o Império Britânico e a Rússia.

3. O Império Otomano existiu entre 1299 e 1922 e, no seu auge, compreendia a Anatólia, o Médio Oriente, parte do norte de África e do sudeste europeu.

4. O Império Russo existiu de 1721 (Czar Pedro I) até a Revolução Russa, de 1917 (Czar Nicolau II). Em seu ápice, em 1866, se estendia da Europa do Leste, percorria toda a Ásia e chegava à América do Norte.

5. O Império Alemão governado pela Casa von Hohenzollern. Existiu desde a sua consolidação como Estado-nação em 1871 até 1918, após a derrota na 1ª Guerra Mundial.

GUERRA DE 5ª GERAÇÃO

CONCEITO E EXEMPLOS

CENTRO DE ESTUDOS DE POLÍTICA DE DEFESA NACIONAL

TODA GUERRA TEM OBJETIVOS ECONÔMICOS!

Guerra de 5ª geração é toda tentativa de origem externa, por quaisquer meios, que objetive minar o cenário político – econômico – tecnológico – psicossocial – ambiental – militar e a soberania de um país, através de agentes internos ou externos.

São Paulo, 30 de novembro de 2009.

Antônio José Ribas Paiva
coordenador

AÇÕES CONCRETIZADAS COM EMPREGO DE GUERRA
DE 5ª GERAÇÃO CONTRA O BRASIL

A) Destruição da malha ferroviária;

Objetivos: estrangular o escoamento de produtos agrícolas, industriais e submeter os custos ao transporte rodoviário 14 vezes mais caro. Dificultar a integração nacional e a defesa do território comprometendo inclusive a Indústria de Mecânica Pesada.

B) Dificultar a utilização de hidrovias;

Objetivos: impedir a otimização dos transportes e barateamento de cargas volumosas e pesadas, porque o transporte hidroviário é 64 vezes mais barato que o rodoviário.

C) Estrangulamento da logística;

Objetivos: encarecer e dificultar o transporte de produtos destinados à exportação, principalmente, grãos, açúcar e álcool.

Ação:

1) proposital desarticulação das obras necessárias;

2) Construção de pontes baixas com pilares no meio para bloquear as hidrovias;
3) Construção de eclusas estreitas para tornar as poucas hidrovias economicamente inviáveis ;
4) Bloqueios de obras por ação de falsos ecologistas e indigenistas.
Obs.: Segundo especialistas da Escola Politécnica de São Paulo serão necessários dez anos de obras contínuas para desfazer os gargalos às exportações, à custos altíssimos.

D) Guerrilha Rural e Urbana;

Através dos seguintes instrumentos: MST, Congêneres, Movimento de Sem Teto, tráfico de drogas e outras atividades criminosas.
Objetivos: provocar o caos e conseqüente insegurança, para dominar a nação pelo medo, submetendo o Brasil a interesses político econômico transnacionais.

E) Suposto Indigenismo;

Objetivos: sobrestar o desenvolvimento, criar áreas liberadas,
controlar a extração e transporte de minérios e pedras preciosas, garantir a posse e exploração do potencial de Biodiversidade e até a balcanização do Brasil.

F) Suposto Ambientalismo (Ecologia);

Objetivos: Coadjuvando o suposto Indigenismo. Tem os mesmos objetivos daquele suposto “movimento”: controlar reservas ricas em minérios e biodiversidade, para garantir e controlar as cotações da Bolsa de Metais de Londres.

G) Crime Organizado;

Conceito: Associação delitiva de criminosos com servidores públicos.
Objetivos: Domínio das estruturas do Estado, através de corruptos e traidores. Controle da estrutura político-partidária através de corrupção.
Exemplo: Não existe oposição real no Brasil, a classe política cumpre acordo velado de não agressão. Os debates são pasteurizados e não versam sobre o essencial, a soberania e a nacionalidade. Fernando Henrique, liderança do PSDB, suposta oposição, salvou o governo Lula de impedimento e queda quando do escândalo do mensalão. O PT salvou, agora, o ex-governador de Minas Eduardo Azeredo, fazendo com que Tofolli pedisse vistas do processo no STF. O controle do crime tem tentáculos nos três Poderes da República. Controla os partidos políticos como a máfia americana controla os sindicatos.

H) Desarmamento dos cidadãos:

Objetivos: submeter a sociedade ao crime e impedir a formação de eventuais focos de resistência ao Governo do Crime, bloqueando o constitucional direito à legítima defesa, impedindo o acesso do cidadão aos seus instrumentos.

I) Destruição das Forças Armadas;

Objetivos: submeter a Soberania Nacional, a Segurança e as Riquezas do Brasil aos interesses estrangeiros.
Meios: politização do emprego das Forças Armadas; estrangulamento dos meios e recursos; formação de forças paralelas, pauperização dos militares, para tornar pouco atraente a carreira das armas.

J) Reforma agrária;

Objetivos: O Brasil tem vocação natural para a produção de alimentos, porque o seu território beneficia-se da fusão nuclear do sol 365 dias ano, propiciando pelo menos 3 (três) colheitas ano. A produção de carne vermelha de forma extensiva não concorre na cadeia alimentar do homem. Além disso, detemos 1/3 (um terço) das terras agricultáveis do mundo. Tudo isso significa grande excedente de produção, a preços imbatíveis, para exportação.
Os países do hemisfério norte, para garantir sua segurança alimentar (produção própria de alimentos) gastam mais de 1 bilhão de dólares por dia em subsídios agrícolas.
As nossas potencialidades agrícolas são grande problema estratégico para a segurança alimentar dos países ditos desenvolvidos, que para não aumentarem os seus subsídios agrícolas, empreendem guerra de 5ª geração contra o agronegócio Brasileiro, com o apoio consciente ou inconsciente de governantes e políticos nacionais, objetivando inibir os investimentos no agronegócio, para limitar e encarecer os produtos agropecuários brasileiros. Com essa guerra ao campo viabilizam seus produtos economizando subsídios.
Os financistas transnacionais, que controlam as cotações das comodities são aliados dos países desenvolvidos, porque a supercapacidade do agronegócio brasileiro, que produz com qualidade e a preços imbatíveis (superávit comercial de 60 bilhões de dólares ano) tem potencial para usurpar o poder de controle das cotações, aos financistas.
Com a colaboração de governantes brasileiros, os países e financistas vêm empreendendo guerra de 5ª geração contra o Brasil, particularmente contra o agronegócio. O nosso potencial mineral também é alvo dessa guerra, pelos mesmos motivos.
As “bolas de ferro nos pés” dos produtores são:
a) Terrorismo administrativo;
b) estrangulamento logístico;
c) falta de política agrícola;
d) financiamentos caros ou inexistentes;
e) leis ambientais draconianas, para reduzir a área agricultável;
f) quilombolismo com o mesmo objetivo, além de criar “conflitos raciais”;
g) indigenismo, para reduzir a área agricultável, controlar o subsolo, rico em minérios estratégicos e apoderar-se da biodiversidade e, com o tempo, internacionalizar as “terras indígenas”. Em 1904 o Brasil perdeu parte de
Roraima para a Inglaterra, porque os índios falavam inglês e optaram pela soberania inglesa. A “Raposa Serra do Sol”, poderá constituir-se no “Kosovo brasileiro”;
h) imposição de índices de ocupação do solo e produtividades além dos controle absoluto da produção; até o fornecimento de notas fiscais é limitado;
i) deficiência de armazenamento e de transporte dos produtos;
j) falta de ferrovias, hidrovias e estradas sem qualquer manutenção, inexistência de navegação de cabotagem de longo curso;
k) gargalos de exportação até nos portos;
l) inexistência de seguros agrícolas;
m) Movimento dos Sem Terra: são agentes combatentes. Praticam guerrilha de pequena para média intensidade contra os produtores rurais. Na sua ação guerrilheira, gozam de total imunidade, garantida pelo Estado, nos três níveis e Poderes. São financiados com recursos públicos e internacionais. Tudo para inibir a produção e encarecer os produtos do agronegócio, ao talante de países e financistas internacionais.
Os assentamentos e acampamentos do MST situam-se em lugares estratégicos, junto às hidrovias, rodovias, centrais hidrelétricas e linhas de transmissão, para ao seu talante e de seus controladores internos e externos, dificultar o abastecimento dos centros urbanos e sabotar o fornecimento de energia elétrica, provocando apagões.

K) Destruição da Indústria Bélica Nacional;
Objetivos: Desarmar o país, impedir o desenvolvimento de tecnologia própria, transformando o Brasil de exportador em importador de armamentos (Engesa).
Impedido o desenvolvimento de tecnologia, nossa “BOLHA” defensiva sempre será menor do que a “Bolha” ofensiva de eventuais atacantes. O Brasil está a mercê de eventuais antagonismos tanto de Guerra de 1ª geração, como das subsequentes gerações de guerra!!

L) Privatização de Estatais estratégicas como: Embratel, Vale do Rio Doce, Siderúrgica Nacional, Petrobrás e etc.
Objetivos: Controle econômico e Tributação da população através de endividamento, remessa de Royalties, dividendos, bonificações e importações superfaturadas e exportações subfaturadas.

M) Produção e controle de Transgênicos, adubos, tratores defensivos e sementes, por multinacionais estrangeiros.
Objetivos: Regular a produção e as cotações de grãos, submetendo a segurança alimentar e as cotações das comodities agrícolas, aos interesses transnacionais e de cartéis especuladores que controlam o comércio de grãos no Brasil.

N) Câmbio: supervalorização ou desvalorização da moeda nacional ao talante de especuladores internacionais, destruindo ou incapacitando os setores produtivos dependentes do comércio internacional.
Objetivos: Inviabilizar exportações e pauperizar segmentos da economia, possibilitando incursões estrangeiras ou nacionais complacentes na compra e dominação de segmentos estratégicos da economia como: pesquisa agropecuária, adubos, petroquímica, álcool, industria têxtil, etc.

O) Extinção do “Loyd Brasileiro” e quebra de empresas de navegação de longo curso particulares nacionais.
Objetivos: o custo do frete nas exportações e importações chega a 35% (trinta e cinco por cento) do preço dos produtos. Como não temos frotas nacionais o preço do frete é verdadeiro “imposto” estrangeiro, lançado ao comércio internacional brasileiro.
Além disso, ao depender, exclusivamente de frotas internacionais, nosso comércio transnacional perde flexibilidade, afetando tanto a política como a estratégia de comércio exterior, pondo em risco a segurança nacional.

P) Destruição da navegação de cabotagem.
Objetivos: Os transportes fluviais e de cabotagem são 64 vezes mais baratos do que o transporte rodoviário. Portanto, essa ação de guerra de 5ª geração objetiva encarecer os produtos nacionais e dificultar os transportes e até o turismo.
A Rússia Czarista teve os mesmos problemas quando decidiu construir ferrovias na Sibéria.

Q) Atentado à base de Alcântara, onde foram dizimados todos os técnicos aeroespaciais brasileiros.
Obs.: Os exemplos de guerra de 5ª geração acima elencados não esgotam a matéria, apenas apontam atos de guerra já concretizados e vitoriosos. Caso a política e estratégia de defesa não contemplem esse tipo de guerra (5ª geração), os ataques se repetirão “ad infinitum”, sem qualquer oposição, como tem ocorrido. Observe-se, que a concretização desses ataques aos interesses e à soberania nacionais só foram possíveis graças à traição dos governantes.

São Paulo, 30 de novembro de 2009.