Arquivo da categoria: Política

SÍNTESE DE CONCEITOS

O CONCEITO CORRETO é impositivo, para o desenvolvimento do raciocínio, com base na realidade.
Obs.: Sem conceitos adequados a inteligência é estéril.

SABEDORIA é o uso adequado do conhecimento.

VERDADE é realidade universal permanente.

ERRO é conceito, opinião, ação ou omissão contrários à realidade.

VIRTUDE é a capacidade de buscar e praticar o bem.

VÍCIO é a submissão ao mal.

NAÇÃO é a cristalização da vontade de um povo.

PÁTRIA é a expressão da devoção da Nação ao País.

PODER INSTITUINTE é a faculdade do cidadão, legitimamente, criar, modificar ou revogar instituições.
Pode ser exercido individual e coletivamente.
Não pode ser exercido por representação.

INSTITUIÇÃO é a concretização da VONTADE DA NAÇÃO.

A PRIMEIRA INSTITUIÇÃO de uma NAÇÃO é sua FORÇA ARMADA, porque GARANTIDORA do seu TERRITÓRIO.

Obs.: A SOBERANIA e a LIBERDADE dos povos são impossíveis sem exércitos adestrados e adequadamente equipados.
O País é a Segunda Instituição, que se concretiza após a garantia do território.

A DESTINAÇÃO INSTITUCIONAL das FORÇAS ARMADAS é a DEFESA INCONDICIONAL da PÁTRIA.

Guerra de 5ª geração é toda tentativa de origem externa, por quaisquer meios, que objetive minar o cenário político – econômico – tecnológico – psicossocial – ambiental – militar e a soberania de um país, através de agentes internos ou externos.

LIBERDADE é a autodeterminação dos seres.

ESTADO é instituição da NAÇÃO, para proteger as pessoas e delimitar as ações de governo.

PAÍS é o território ocupado e garantido por uma Nação.

DEMOCRACIA é Segurança do Direito Natural.

POLÍTICA é a decisão do que fazer, por quem tem o poder necessário.

ELEIÇÕES são meros MECANISMOS DE ESCOLHA, que isoladamente não garantem a democracia.

A LEGITIMIDADE de uma eleição depende da adequação dos seus mecanismos, que devem prestar-se, exclusivamente, a escolher os MELHORES ENTRE IGUAIS, garantindo a LIBERDADE DE ESCOLHA dos eleitores.

O PARÂMETRO da AUTORIDADE é a legalidade.

GENERAL é o combatente, que conhece, busca e enfrenta, permanentemente, o inimigo real da sua nação.

O LIMITE entre a TOLERÂNCIA e a AÇÃO é a segurança da obra. (PÁTRIA)

A ORDEM PÚBLICA é o PATRIMÔNIO JURÍDICO mais importante para a sociedade, porque garantidora da vida e da liberdade das pessoas.

CRIME ORGANIZADO é o consórcio delitivo, entre criminosos e agentes públicos.

TERRORISMO, Privado ou de Estado, é a Politização da Violência Ilegal: física, psicológica ou administrativa, objetivando a submissão pessoal ou coletiva, pelo medo.

O “papel socioeconômico e estratégico” do campo é a produção de alimentos, para garantir o abastecimento e a exportação de excedentes.

Os setores secundário e terciário da economia (indústria, comércio e serviços), alavancados pelo setor primário, arcam com o papel socioeconômico de criar empregos e garantir a renda, para a sociedade.

São Paulo, 13 de junho de 2014.

UNIÃO NACIONALISTA DEMOCRÁTICA – UND
Antônio José Ribas Paiva
Presidente

“ROLETA VICIADA” É GOLPE DE ESTADO

O Estado é ente ficcional, instituído pelos povos para administrar a coisa pública e proteger as pessoas.
A estrutura administrativa do Estado é o limite de atuação dos governos, escolhidos para cumprir o que foi instituído pelos povos.
Qualquer personalismo, no trato da coisa pública é usurpação do Poder do Estado, que ilegitima os governantes, porque foram escolhidos para exercer o mandato em prol da Nação, nunca, objetivando interesses pessoais, como é regra no Brasil.
Para governar o seu Estado, os povos estabeleceram vários métodos de escolha, sempre objetivando “escolher o melhor entre iguais”. As monarquias, por exemplo, escolhem os chefes de estado via sucessão sanguínea e educam os futuros monarcas para o seu mister: cuidar da coisa pública. As sociedades primitivas escolhiam os melhores guerreiros para governa-los e chefiar seus exércitos. Modernamente, nas repúblicas, e também nas monarquias parlamentaristas a seleção dos governantes é feita através de processos eleitorais, mas o objetivo primordial permanece: “a escolha dos melhores entre iguais”.
Qualquer mecanismo de escolha, que não se preste a escolher o melhor entre iguais, para governar, é ilegítimo, configurando GOLPE DE ESTADO.
Um GOLPE DE ESTADO pode ocorrer por levante popular, por intervenção militar, que remova um governo ou, “de GABINETE”, como é o caso dos vícios nos mecanismos eleitorais, que impeçam o exercício do direito de livre escolha do eleitor.
A Nação Brasileira, apesar de todos os seus esforços, ainda não conseguiu estabelecer mecanismos adequados de escolha dos seus governantes.
Os governos militares, que pacificaram a sociedade e lançaram as bases para o Brasil potência, não aprimoraram as instituições, porque, não estabeleceram mecanismos de escolha confiáveis, para garantir a democracia. Inadvertidamente, delegaram essa missão fundamental para a classe política, que legislando em causa própria, deformou o processo eleitoral, para garantir seus interesses e eternizar-se no Poder do Estado.
Devido a essa ilegitimidade, o processo político eleitoral brasileiro, deixou de escolher os melhores entre iguais, tornando-se verdadeira “roleta viciada”, para atender, exclusivamente, aos interesses de poder da Classe Política, a qual se aproveitou da suposta redemocratização, para dar o GOLPE DE ESTADO no povo brasileiro, tomando de assalto a estrutura do Estado.
Esse Golpe escravizou o povo, criando a Casta dos Governantes, verdadeira monarquia do crime, que oprime a Nação, satisfazendo interesses próprios e do poder transnacional.
A classe política, matreiramente, fez crer ao povo, que este elegeria os governantes “diretamente”. Na verdade, todas as eleições são indiretas, porque os candidatos são previamente escolhidos pelos chefes partidários. O eleitor só escolhe dentre os que já foram escolhidos.
As eleições majoritárias são como páreos, em que “todos os cavalos são do mesmo dono”. É por isso, que Fernando Henrique salvou o mandato de Lula, no escândalo do mensalão. Por muito menos Fernando Collor foi cassado.
Foi essa “Roleta Viciada”, que “escolheu” Collor, Fernando Henrique, Lula, Dilma e corre-se o risco de “entronizar” Aécio Neves; políticos que, em hipótese alguma, são os “melhores entre iguais”, que o povo brasileiro poderia eleger.
Collor foi caçado pelos seus pares, para salvar o regime político deles. Fernando Henrique é o “Rei da Privataria”, que doou a Vale do Rio Doce, a Siderúrgica Nacional e a telefonia, para o poder transnacional. Lula é o senhor mensalão. Dilma é o “poste” eleito pelo padrinho, que não esclareceu a sua participação nas inúmeras irregularidades praticadas na gestão da Petrobras e, Aécio Neves, que Governou Minas, sem impedir o subfaturamento das exportações do Nióbio Mineiro, prejudicando Minas Gerais e o Brasil.
Por tudo isso, os segmentos esclarecidos da Nação, civis e militares, têm o dever de interromper o círculo vicioso de Golpes de Estado, praticados pela classe política, contra o bom povo do Brasil, através dos seus processos eleitorais viciados e, portanto, ilegítimos!
A Nação vive hoje e constrói a história do Brasil diariamente. Não há o que esperar. Resta impedir, urgentemente, o Golpe de Estado, consubstanciado nas eleições, dos que já foram eleitos!

São Paulo, 23 de abril de 2014.

Associação dos Usuários de Serviços Públicos
Antônio José Ribas Paiva
Presidente

O PODER INSTITUINTE E A FARSA DO PLEBISCITO

O PODER INSTITUINTE é o direito, coletivo e individual, dos cidadãos criarem, modificarem e revogarem instituições. Não pode ser exercido por representação, até porque, eventualmente pode tratar da modificação da própria representatividade.
Os cidadãos, sempre, podem reunir-se e exigir, do “Poder Instituído”, por eles, que tome essa ou aquela providência, de interesse público, no caso de falha do sistema representativo ou de governo. É o direito universal dos povos.
O PODER INSTITUINTE é inerente aos povos, que em dado momento de sua história, podem instituir o que lhes aprouver, na preservação e ou consecução do bem comum, e da própria nacionalidade.
Sempre, que os mecanismos institucionais ou as próprias instituições se desgastarem, com o tempo, e perderem a eficácia necessária, descolando-se de sua finalidade original, as sociedades tendem a exercer o PODER INSTITUINTE.
A “Academia” procura ignorar esse direito natural dos povos instituírem (criarem) suas estruturas administrativas (Estado) e de exercício do poder das Nações (Governo), dada a impossibilidade de formalização do seu exercício. Não existe uma receita, que possa ser reproduzida. Cada momento histórico tem necessidades e formas próprias!

Como o direito é eminentemente formal, a Academia ignora o PODER INSTITUINTE, que diz respeito à Filosofia e à Sociologia do Direito. Em tese, o exercício do PODER INSTITUINTE é o paradoxo da formalidade do Direito; ou seja: o fato gerador das instituições e do direito é informal.
Contudo, não é porque é ignorado, olimpicamente, pelas “academias de direito”, ou por sua essencial informalidade, que o PODER INSTITUINTE não exista ou não possa ser exercido, como ocorre, nesse momento, em que a população brasileira vai às ruas aos milhões, para exigir seus direitos, e os políticos, a unanimidade, estão visivelmente temerosos de perder suas satrapias, empregos e o poder.
Em ridícula tentativa de justificar-se aos cidadãos, e excluir-se do foco das manifestações, a Presidente Dilma, afirmou “apoiar as reivindicações”, mas criticou as depredações, aliás praticadas pela própria militância do PT.
Com medo das consequências, os governadores e prefeitos revogaram os aumentos de tarifas e taxas, evidenciando, que eram desnecessários e, que os contratos terceirizados são suspeitos.
Como as manifestações não pararam, temerosa, a Presidente, em clara manobra diversionista, sugeriu a convocação de “constituinte específica” ou um “plebiscito”, objetivando, uma nebulosa reforma política.
Ora, Política é a decisão do que fazer, por quem tem o poder necessário. Então, o que a Presidente quis dizer com Reforma Política? Seria a reforma de suas decisões?
Na realidade, o Brasil e a Nação Brasileira precisam, urgentemente, de aprimoramentos institucionais, que garantam a consecução dos Objetivos Nacionais Permanentes: Democracia, Integração Nacional, Integridade do Patrimônio Nacional, Paz Social, Progresso e a Soberania, que estão em risco, devido a falta de representatividade no Legislativo, corrupção e traição no Executivo e outro tanto, afora a letargia, no Judiciário.
Todos esses vícios comprometem os Objetivos Nacionais Permanentes, inviabilizando o futuro da nação brasileira, como gente livre e soberana.
Diante do iminente risco de perda do Poder, a Presidente, diante da inconstitucionalidade da convocação de “Constituinte limitada”, acenou com a realização de um plebiscito para uma suposta reforma política.
Essa panaceia plebiscitária é mera farsa, para tentar descomprimir as exigências da sociedade, que está farta de pagar caro, principalmente, em razão da falta de segurança, de saúde e de educação; pelos desmandos, pela corrupção, pela usurpação e traição, praticados pela Classe Política e pelos governantes.
Revelando desmesurado apego ao poder, a Presidente, com atitude aética, tenta mudar o cenário, que a identifica como principal responsável pelas mazelas do povo, desqualificando os apelos por democracia, para duas ou três perguntas técnicas de um plebiscito. Os cidadãos, como em pesquisa dirigida, responderiam a perguntas formuladas pelo governo.
Felizmente, o golpe não funcionou!
Tudo indica, que as manifestações, em razão da justa ira da população, continuarão, até que os direitos da Nação Brasileira sejam respeitados pela indigna classe política.
As revoluções começam assim, mas é difícil prever como acabam. Daí o desespero dos Governantes e da Classe Política, como um todo, que são os únicos a usufruir as riquezas do país e da falsa democracia. Porque, no Brasil, democracia é o governo dos políticos para eles mesmos, à custa do povo. Não é a res pública é a “res deles”.
Daí, o justificável temor da Presidente e demais políticos e, as falsas soluções e discursos.
ATÉ QUANDO CATILINA?

São Paulo, 4 de Julho de 2013

Associação dos Usuários de Serviços Públicos
Antônio José Ribas Paiva
Presidente

O NÚCLEO, O EXÉRCITO E O DEVER DE DIZER NÃO

Em 1889 o Brasil tinha cerca de 14 milhões de habitantes, absolutamente alheios, como hoje, ao Sistema de Governo. Tratavam da própria vida, no ritmo dos trópicos, espalhados por 8,5 milhões de km².

O Império do Brasil era a segunda potência econômica e militar do mundo. O Maranhão, à época, grande produtor de algodão, era a 5ª potência econômica do mundo.
As Forças Armadas Imperiais tinham cultura de combate, adquirida na Guerra do Paraguai. A Marinha Imperial, 2ª do mundo, dominava o Atlântico, a projeção de poder do Brasil Imperial alcançava a África e o extremo oriente; cenário preocupante para a maior potência militar: o Império Britânico.

De repente, em 15 de novembro de 1889, aparentemente atendendo aos anseios de algumas centenas de republicanos e, supostamente em retaliação ao Visconde de Ouro Preto, Ministro do Império, Deodoro da Fonseca, com uma “barretada”, lançou o Império do Brasil no 3º Mundo.

A decadência permanente do período posterior à proclamação da República, levanta suspeitas e impõe uma análise histórica sob ângulos diferentes dos abordados habitualmente.
O Brasil, após 15 de novembro, “despencou” do 2º lugar como potência militar e econômica do mundo, para um modesto 46º lugar em 1964, quando houve uma “repescagem” econômica com os governos militares e o país, em 1973, ascendeu ao 8º lugar, como potência econômica.
A decadência continuou e, atualmente, o Brasil, apesar de ser a 7ª potência econômica mundial é, apenas, a 60ª potência militar e sua educação ocupa a 88ª posição.

Essa decadência foi atípica, porque o Brasil é uma potência natural, com território, população e recursos naturais. Não fossem os colaboracionistas, teria se desenvolvido como os irmãos dos Estados Unidos da América fizeram. E não se fale em povo, porque o povo nunca fez nem soube de nada; nem cá e nem lá.

Voltando a 1889, não é verossímil, que algumas centenas de republicanos, tenham empolgado o Exército Brasileiro a proclamar a República e, no aproveitamento do êxito, massacrado os oponentes da Marinha Imperial.

Para concluir basta perguntar: A quem aproveitou o fim do Império do Brasil?

Certamente ao Império Britânico, que como afirmou Eric Hobsbawm (historiador britânico), em a Era dos Impérios, tinha a América do Sul como parte informal de suas possessões.

A conclusão é dolorosa, mas deve ser feita. Foi apenas um Núcleo de Oficiais do Exército Brasileiro que, talvez inadvertidamente, garantiu o êxito do Império Britânico. Isso até se explica, porque Benjamin Constant, líder do movimento, não era guerreiro, era um professor de matemática, que tudo fez para não ir para a Guerra do Paraguai.

Estranhamente, o Exército Brasileiro, proclamou a República, mas não a implantou, limitando-se a algumas intervenções superficiais na Política, sem contudo, aprimorar as Instituições e garantir a Democracia.

A “classe política”, desde 1889, vem assenhoreando-se do Brasil, como coisa deles, e o Exército não vem cumprindo o seu exclusivo dever de dizer não.

Será que o Núcleo de Oficiais, que proclamou a República, ainda controla politicamente o Exército Brasileiro, suscitando um falso corporativismo, que procura manter os brasileiros fardados alheios à coisa política?

Esse alheiamento vulnerabilizou o Brasil, que sofre ataques de Guerra de 5ª Geração, sem qualquer reação. Nossas ferrovias foram destroçadas, de Norte a Sul, de Leste a Oeste; o Lloyd Brasileiro foi extinto; a guerrilha campesina atacou o agronegócio, financiada com dinheiro público e internacional; minérios estratégicos são exportados fraudulentamente, por preços vis; nossa indústria bélica, que garantiu o poder de fogo do Iraque e da Líbia, foi fechada; nossas hidrovias permanecem inexploradas; a logística tem “gargalos”, que entravam o desenvolvimento; tudo sem que o Exército dissesse não, apesar do evidente solapamento da Soberania.

Tudo leva a crer, que o Núcleo de oficiais, que lançou o Império do Brasil no 3º Mundo, perenizou-se e atua de forma intertemporal, sufocando, talvez inadvertidamente, nossas potencialidades. Seu papel não é complicado, basta impedir o Exército de dizer não. Assim foi na criação da Reserva Raposa Serra do Sol, também de interesse do Império Britânico, muito se falou, até com certa veemência, mas o Exército Brasileiro não disse NÃO (em 1904 a Guiana Inglesa nos tomou 19.000 km², na mesma região),

Essa omissão, do DEVER DE DIZER NÃO, possibilitou que os poltrões e traidores de gravata “cumprissem sua missão”. Para o Império Britânico a continuação do golpe já praticado em 1904 está em andamento! É preciso cumprir o DEVER DE DIZER NÃO!

Revisitando a história, observa-se que o primeiro ato da 1ª Guerra Mundial foi a Proclamação da República no Brasil.

A Princesa Izabel casou-se, em aliança monárquica, com o Príncipe Gastão de Orléans, Conde d’Eu, dinasta francês das Casas Bourbon Orléans e Saxe-Coburg-Gotha, forjando a aliança do Império do Brasil, com o Império Português, com o Império Francês e com o Império Austro-Húngaro1 e Alemão.

Sem a proclamação da República no Brasil a 1ª Guerra Mundial não teria ocorrido.

A Marinha Imperial Brasileira dominava o Oceano Atlântico e as alianças monárquicas do Império do Brasil impediriam a formação da Tríplice Entente2.

Bem sucedido no Brasil, sem disparar um único tiro, graças ao Núcleo de oficiais existente no Exército Brasileiro, o Império Britânico deu andamento ao seu planejamento.

Em 28 anos, de 1889 a 1917, o Império Britânico destroçou 7 (sete) impérios: o do Brasil, o de Portugal, o Otomano3, o Francês, o Russo4, o Austro-Húngaro e o Alemão5.

Na história da humanidade não existe registro de tal “sucesso” em apenas 28 anos. Nem os Romanos conseguiram tal proeza.

Esse brilhantismo político-estratégico, que nos vitimou e, vitima, deve ser objeto de estudos adequadamente dirigidos, que ajudarão a sobrestar os 121 anos de decadência do Brasil.

Acima de tudo, o Exército Brasileiro precisa encapsular esse Núcleo de falso corporativismo, que vem impedindo o cumprimento do dever de dizer não.

Encapsulado o núcleo, o Brasil se autodeterminará automaticamente e a missão desta geração de brasileiros estará cumprida, sem qualquer ruptura, sem violência, basta, apenas, o Exército Brasileiro passar a cumprir o seu intransferível dever de dizer não.

São Paulo, 4 de abril de 2011
UNIÃO NACIONALISTA DEMOCRÁTICA – UND
Antônio José Ribas Paiva
Presidente

FONTES:

1. Corresponderia atualmente à Áustria, Hungria, República Checa, Eslováquia, Eslovénia, Croácia, Bósnia e Herzegovina e as regiões da Voivodina na Sérvia, Bocas de Kotor no Montenegro, Trentino-Alto Ádige e Trieste na Itália, Transilvânia e parte do Banato na Roménia, Galícia na Polónia e Ruténia (região Subcarpática) na Ucrânia).

2. Tríplice Entente foi a aliança militar realizada entre a Inglaterra, a França e o Império Russo após a assinatura da Entente Anglo-Russa em 1907. A Aliança Franco-Russa de 1871, juntamente com a Entente Anglo-Russa de 1907 e a Entente Cordiale de 1903, formaram a Tríplice Entente, entre a França, o Império Britânico e a Rússia.

3. O Império Otomano existiu entre 1299 e 1922 e, no seu auge, compreendia a Anatólia, o Médio Oriente, parte do norte de África e do sudeste europeu.

4. O Império Russo existiu de 1721 (Czar Pedro I) até a Revolução Russa, de 1917 (Czar Nicolau II). Em seu ápice, em 1866, se estendia da Europa do Leste, percorria toda a Ásia e chegava à América do Norte.

5. O Império Alemão governado pela Casa von Hohenzollern. Existiu desde a sua consolidação como Estado-nação em 1871 até 1918, após a derrota na 1ª Guerra Mundial.