O FIO DA MEADA XX Cartas aos Generais

São Paulo, 14 de julho de 2004

EXMO SR.
GEN

Ref.: “Perda da Soberania – Governo do Crime”

Forja-se uma Nação, quando o seu governo emprega o Poder do Estado, exclusivamente, na defesa dos interesses dos cidadãos e do País!

Não é o que ocorre no Brasil, onde os membros do Poder elegem interesses pessoais e corporativos em detrimento dos objetivos nacionais permanentes, canibalizando a sociedade, que deveriam servir.

O Regime Político brasileiro não é democrático, porque DEMOCRACIA É SEGURANÇA DO DIREITO, que inexiste no país, onde direitos constitucionais e leis são desrespeitados pelo próprio governo e por entidades como o MST, com o apoio logístico e econômico dos Governos Federal, Estadual e Municipal, em verdadeiro terrorismo de Estado contra a Sociedade.

Rotineiramente, ordens judiciais são ignoradas por governadores e outras autoridades, sem que sejam responsabilizados e, mais grave, forças narcoterroristas estrangeiras operam na Amazônia Brasileira, com a conivência criminosa do Governo Federal, colocando em risco a segurança das Américas.

A ideologia supostamente professada pelos membros do partido político no poder e pelo governo anterior, é mera “cortina de fumaça” para o crime organizado, que em síntese, é a associação com fins delitivos entre criminosos e membros do Poder do Estado, e que permeia pelos Poderes da República, de sorte que, o crime está imbricado com o Estado, eliminando todo e qualquer traço ético-moral do GOVERNO.

Nesse contexto, infere-se o “programa” de sucateamento das Forças Armadas, com claro objetivo de comprometer a soberania nacional.

O subfaturamento de exportações de NIÓBIO, praticado pela CBMM de Araxá e pela Mineração de Catalão – GO, dá prejuízos anuais de cerca de US$ 30 bilhões de dólares ao Brasil, submetendo a população, artificialmente, à miséria, em verdadeiro Crime de Lesa-Pátria.

Outras reservas minerais são vergonhosamente desviadas, sob cândida e conivente indiferença do Governo Federal, de alguns Governos Estaduais e com a participação criminosa de várias autoridades dos três Poderes.

O crime organizado tomou o Poder do Estado, porque os mecanismos institucionais são inadequados para a consecução e preservação dos objetivos nacionais permanentes, porquanto servem, apenas, aos indivíduos, que se apoderaram das estruturas do Estado e que são juízes de si mesmos no trato da coisa pública, e não é pela razão ou pela ética ou através da política partidária, que aceitarão ceder à Nação o poder deturpado que exercem e as vantagens criminosas, que desfrutam.

De nada adianta o povo construir o Brasil, sem garantias para a obra realizada e essas garantias são dever institucional e iniciativa irrenunciável das Forças Armadas, porque os membros dos Poderes Públicos responsáveis pelos desvios apontados, como é lógico, não convocarão o poder armado para prende-los.

Diante desse cenário terrível, em que a Pátria e a Nação estão sendo traídas, por membros do Poder do Estado, a serviço de controladores externos e de organizações criminosas, com evidentes riscos de perda da soberania, urge, que as Forças Armadas cumpram o seu dever institucional, restabelecendo a moral e a legalidade no trato da coisa pública, e reconduzindo o BRASIL ao caminho da JUSTIÇA e da VERDADEIRA DEMOCRACIA, só possível pela imediata autodeterminação político-econômica, através da imposição das IMPRESCINDÍVEIS MUDANÇAS INSTITUCIONAIS, que reintegrarão a Nação esbulhada na posse do País.

Tendo em Vossa Excelência, antes de tudo, um patriota,

Respeitosamente,

UNIÃO NACIONALISTA DEMOCRÁTICA – UND
Antônio José Ribas Paiva
Presidente


São Paulo, 14 de Setembro de 2004

EXMO SR.
GEN

Ref.: “A Missão Institucional das Forças Armadas”

Nação é a cristalização da vontade de um povo, que habita determinado território. Instituídos os exércitos, com poder suficiente para garantir-lhe a soberania, está instituído o país. Foi o que ocorreu em Guararapes! Portanto, as Forças Armadas são a primeira instituição de uma Nação, a Segunda é o País. Existem nações, como os Curdos e os Bascos, que não possuem o seu país, por falta de exércitos suficientes para garantir-lhes a soberania.

Garantida a soberania, é elaborada a convenção (Carta Política, Constituição), estabelecendo-se a forma do Estado, o Regime e o Sistema políticos. Subseqüentemente, a nação estabelecerá o Regramento Legal (legislação ordinária), para garantir a convivência justa e pacífica dos cidadãos.

É cristalino, que a soberania e, portanto, a própria existência do país, depende da capacidade operacional de suas Forças Armadas, para cumprir a missão institucional. Dever, que se for negligenciado, de nada valerão a Constituição e o Regramento Legal.

A Missão Institucional das Forças Armadas é garantir a Soberania Nacional contra os inimigos internos, externos e, inclusive, salvar a Nação de si mesma, se for conduzida ao caos, por demagogos ou controladores externos, ou for traída pelo governo (tráfico consentido de Nióbio) como ocorre no Brasil.

Diante desses fatos irrefutáveis, fica muito claro, que a Missão Institucional das Forças Armadas não pode sujeitar-se à regramentos, que dificultem ou impeçam a sua consecução, devendo elas agir de ofício, sempre que houver risco para a soberania, a critério único de seus comandantes.

Pergunta-se: a quem interessa o “programa” governamental de sucateamento das Forças Armadas e o desarmamento da sociedade?

Certamente, ao crime organizado, imbricado no Poder do Estado, e aos controladores externos dos traidores, que tramam o enfraquecimento da sociedade e das Forças Armadas, objetivando a locupletação dos abundantes e valiosos recursos naturais estratégicos, existentes no Território Brasileiro.

A Soberania do Brasil está em perigo, traída por governantes ambiciosos, que usurpam o poder do cargo, para auferir vantagens pessoais. Diante disso, urge que as Forças Armadas cumpram, de ofício, a sua missão institucional, promovendo, imediatamente a autodeterminação do Brasil, reintegrando a Nação na posse de seus recursos naturais (Nióbio, tântalo, quartzo, urânio, e etc) que, como é do conhecimento de todos os chefes militares, estão sendo contrabandeados, com a conivência de governantes.

Sintomaticamente, dois ex-presidentes tornaram-se banqueiros, um, mais antigo, é dono do Banco Santos, outro, mais recente, é dono do UNIBANCO, instituição financeira, que controla a CBMM de Araxá juntamente com a Multinacional Molicorp e com o Estado de Minas Gerais. Essa mineradora, criminosamente, subfatura cerca de 40 bilhões de dólares, por ano, em exportações de nióbio, traindo a Nação Brasileira, artificialmente mantida na miséria, por políticos e empresários, partícipes dessa trama. Todos incursos no art. 142 do Código Penal Militar!

A defesa da soberania é obrigação de todos os brasileiros. Todavia, o povo, desinformado, está alheio à usurpação de que é vítima, logo, a missão institucional das Forças Armadas, deve ser cumprida, de ofício, imediatamente, porque os políticos já tiveram todas as oportunidades para cumprir o seu dever, mas preferiram o dinheiro fácil da traição.

A profissão militar é o sacerdócio, que agrega o pleno exercício da cidadania aos deveres do guerreiro! Caxias, que nunca tergiversou no cumprimento dos deveres de cidadão e guerreiro, é o exemplo a ser seguido!!

Tendo em Vossa Excelência, antes de tudo, um patriota,

Respeitosamente,

UNIÃO NACIONALISTA DEMOCRÁTICA – UND
Antônio José Ribas Paiva
Presidente


São Paulo, 29 de novembro de 2004

EXMO SR.
GEN

Com as devidas homenagens, cumpre encaminhar a V.Exa., cópia do telegrama enviado ao Exmo. Sr. Ministro da Defesa, requerendo providências contra o contrabando de NIÓBIO, a partir de Araxá – MG.

A defesa da soberania é dever de todos os cidadãos, independentemente de suas profissões, todavia, a responsabilidade do Sr. Ministro da Defesa é maior, motivo pelo qual informamos V.Exa. a respeito do requerido, esperando que o assunto não caia no esquecimento.

A nação vive hoje, cumpre-nos forjar a história, ressaltando, que as providências são urgentes, porque o Brasil perde, diariamente, cerca de US$ 300 milhões de dólares em contrabando de minerais diversos, crime que mantém os Brasileiros, artificialmente, na miséria.

Certo da atenção que o assunto merecerá de parte de Vossa Excelência,

Respeitosamente

UNIÃO NACIONALISTA DEMOCRÁTICA – UND
Antônio José Ribas Paiva
Presidente


São Paulo, 7 de setembro de 2005

EXMO. SR.
GEN EX

Nada justifica, que o crime organizado continue a determinar os destinos da Nação Brasileira.

Ao usurpar o Poder do Estado, para a prática sistemática de crimes, a classe política ROMPEU AS INSTITUIÇÕES desqualificando-se para tratar da Coisa Pública.

Compete aos Segmentos Esclarecidos da Nação, em defesa da Soberania Nacional e da Legalidade, restabelecer as Instituições, através de JUNTA GOVERNATIVA, composta por cidadãos sem vínculos com a Classe Política.

Nesse momento terrível, em que a segurança das Américas está ameaçada, pela narcoguerrilha e pelo terrorismo, cumpre ressaltar, que as Forças Armadas são a Primeira Instituição da Nação Brasileira e o seu único instrumento para a consecução dos seus objetivos.

Tendo em Vossa Excelência, antes de tudo, um patriota,

Respeitosamente

UNIÃO NACIONALISTA DEMOCRÁTICA – UND
Antônio José Ribas Paiva
Presidente


São Paulo, 25 de fevereiro de 2008

Exmo. Sr.
GEN EX

Os fatos noticiados pela mídia, sobre os descalabros da administração pública, nos Três Poderes e níveis, evidenciam a possibilidade concreta de Vácuo Político Institucional, a ocorrer em curto prazo no Brasil.

A relativização do Poder do Estado é o sintoma mais visível da sua desagregação.

As favelas, periferias, assentamentos e acampamentos de sem-terras, indiscutivelmente, são “zonas liberadas”,da guerrilha e do crime comum onde o Poder do Estado não se opera, é relativo ou, pior, partícipe.

Portanto, a ocorrência de um “Vácuo Político Institucional” é um cenário que pode concretizar-se a curto ou médio prazo.

A reversão dessa expectativa é quase impossível, porque a classe política estimula os guetos de poder, que contribuem para a relativização do Poder do Estado. O próprio processo político-eleitoral está instrumentado pelo crime organizado (associação de criminosos com membros do poder do Estado), que financia campanhas eleitorais, para garantir imunidades.

Prova disso é o chamado “caixa dois”, que permeia todas as campanhas políticas, principalmente as majoritárias.

Ao conceder imunidades a grupos guerrilheiros, travestidos de “movimentos sociais”, o próprio governo pratica Terrorismo de Estado contra a sociedade, acelerando a desestruturação do Estado, que é o Vácuo Político Institucional. É o desconstrutivismo marxista em andamento, é o quarto elemento sendo lançado contra a sociedade, como ocorrido em São Paulo, em 15 de maio de 2006.

No caso das invasões de terras, estimuladas pelo Governo, é nítida a inversão de valores, porque as vítimas são equiparadas aos agressores pelos órgãos de segurança, os quais, eufemisticamente, rotulam os crimes como “luta pela terra”. Os ladrões de bancos também gostariam de ser tratados como integrantes de “movimentos de luta pelo dinheiro alheio”, porque, de certa forma também objetivam a “socialização da propriedade e a distribuição de renda”. É a politização do crime como fator de distribuição de renda.

As imunidades concedidas à guerrilha rural no Brasil, configuram guerra assimétrica contra as vítimas e evidenciam a insegurança jurídica, que é mãe do caos. É a desestruturação do processo de produção de comida para inviabilizar o abastecimento e acelerar o desconstrutivismo marxista.

Os segmentos esclarecidos da sociedade precisam organizar-se, para evitar o caos e garantir a democracia, que é a segurança do direito natural.

A antecipação da ação é a única maneira de sobrestar ou mesmo impedir a desagregação do Estado. Quanto mais tardia a intervenção da sociedade mais demorada e cara será a reconstrução do País.

Os estudos de cenários possibilitam a antecipação da ação, e precisam ser realizados por grupos com conhecimento e experiência multidisciplinar, para garantir o amplo espectro das previsões e sugestões.

Senhor General o Brasil está em perigo! Os segmentos esclarecidos da sociedade, civis e militares têm o dever (art. 144 CF) de preservar a ordem pública, que é o patrimônio jurídico mais importante para a sociedade, depois da soberania.

Com o devido respeito, submetemos nossas preocupações aos áureos suplementos de Vossa Excelência, colocando-nos à disposição para eventuais esclarecimentos,

Respeitosamente,

UNIÃO NACIONALISTA DEMOCRÁTICA – UND
Antônio José Ribas Paiva
Presidente


São Paulo, 14 de julho de 2009

Exmo. Sr.
Gen. Ex.

A União Nacionalista Democrática, nome atual do Grupo das Bandeiras, fundado por civis e militares em outubro de 1992, vem apresentando análises sobre os inimigos reais do Brasil, há mais de 12 anos.

Nossos estudos e análises estão confirmados pelo DVD anexo, que chegou às nossas mãos recentemente. Causa espécie, a identidade das nossas analises com o documentário americano.

O filme, apresentado por historiadores, artistas e intelectuais americanos, de renome internacional, evidencia a existência de um Governo Mundial Secreto, composto por 125 bilionários (Clube Bilderberg, CFR, Comissão Trilateral e etc).

O trabalho da UND, contudo, é mais profundo, porque demonstra através da coletânea de analises “O Fio da Meada”, que os BILDERBERGUERS são coordenados pelo Banco “Rothschildt and Sons”, que há 270 anos são os “controlers” financeiros para o “Poder Real”, que são as Monarquias Européias: Inglesa, Holandesa, Belga, Espanhola, Nórdicas e os principados.

O Fio da Meada evidencia, que os “Bilderberguers” chefiados pelos Rothschilds, vêm empreendendo guerra comercial de 5ª geração, contra a Nação Brasileira e outros países alvo de seus interesses egemônicos.

A síntese do Poder Mundial Real é a seguinte:
1- controlador
2- agentes conscientes (lideranças político partidárias)
3- agentes inconscientes

Seus instrumentos de dominação são: ideologias (todas), terrorismo e diferenças regionais de toda sorte.

A guerra permanente, de 5ª geração, travada contra o Brasil, pelo poder real, não foi detectada como ameaça por nossas Forças Armadas, porque o “campo de batalha” é difuso e extrapola os limites da formação militar, não só brasileira como mundial.
A formação militar trata preferencialmente de guerra convencional de primeira geração indo até guerra de terceira geração. Atualmente, a guerra assimétrica, de 4ª geração está sendo estudada, de forma acadêmica, pelos cursos de Estado Maior. Mas, a guerra que nos vitima, repita-se, é de 5ª geração!

Diante das provas irrefutáveis da Ação Globalista, que governa o Brasil através de sua classe Política, impõe-se, data venia, a adoção de uma nova política de defesa nacional, pelas FFAA em conjunto com os demais segmentos esclarecidos da sociedade, cuja experiência multidisciplinar não pode ser ignorada.

Considerando-se a quase invencibilidade do Governo Secreto Globalista, a estratégia da nova política deve prever, pelo menos, a neutralização de suas ações no Brasil, buscando-se, por todos os meios, a autodeterminação da nação Brasileira, estabelecendo-se estratégias e mecanismos, que perenizem nossa independência, equacionando-se sempre, que a classe política, que governa o Brasil através da Política Partidária, não merece confiança, nem pode compartilhar informações porque representa os interesses do Governo Real (Globalista) para “encoleirar” a nação.

A criação do Ministério da Defesa e a tentativa de politizar as FFAA através da END, são exemplos de mecanismos de consolidação dos interesses dos Controladores Externos, dos nossos governantes.

A aparente falta de antagonismos ao Brasil é ilusória.

No momento em que o inimigo real perceber a reação das Forças Patrióticas seremos atacados de todas as formas.

Não resistir à guerra comercial é trair a pátria.

Todos os que sabem e podem, devem reagir ao inimigo real!

Ao dispor para os esclarecimentos necessários e tendo em V. Exa. um patriota,

Respeitosa e fraternalmente.

UNIÃO NACIONALISTA DEMOCRÁTICA – UND
Antônio José Ribas Paiva
Presidente