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A demissão ou a permanência de Jobim ou de Viegas ou de Élcio Álvares no Ministério da Defesa em nada altera a segurança nacional, porque o “gabinete” é só “papelada”, “conversa fiada” e “política”, o que dá no mesmo. O dever constitucional de defender a Nação e o Brasil contra seus inimigos internos, externos ou de si mesma é dos comandantes militares, que por isso mesmo, não podem envolver-se no “jogo de cena” da política, porque sua missão é irrenunciável. Vannuchi e Jobim são políticos do governo Lula, que devem colaborar entre si, sob pena de demissão “ad nutum”. Foi o que ocorreu! Vannuchi, em clara manobra diversionista, exerceu falsa pressão contra a lei de anistia, para “valorizar o papel” de Jobim diante das Forças Armadas, fazendo o “jogo de cena” do pedido de demissão, adredemente combinado. O governo do PT não quer alterar a lei de anistia, por três motivos: impossibilidade jurídica, impossibilidade política e necessidade de proteção dos seus membros e correligionários. De fato, a legislação brasileira não prevê a “reformatio in pejus”; a Classe Política não vê como prioritário o assunto e o governo não quer revogar a lei de anistia, porque Dilma, José Dirceu e companhia iriam para a cadeia. Senhores Comandantes, a Nação Brasileira não quer a politização de suas Forças Armadas, que institucional e constitucionalmente devem pairar acima de futricas de gabinetes, de qualquer governo, porque os governos são passageiros mas a Missão dos Exércitos é permanente.
Antônio José Ribas Paiva UNIÃO NACIONALISTA DEMOCRÁTICA – UND Presidente
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