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Após anos de investigação, Ivo Patarra afirma: "Lula é o chefe. A rede de esquemas é enorme, complexa e, se houver inteligência, Lula não deve saber dos detalhes, até para não ser envolvido. Para ler, clique aqui.
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Dez regras da cartilha para implantar uma DITADURA pela via “pacífica” PDF Print E-mail


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Em 2002, às vésperas da posse de Luiz Inácio Lula da Silva na Presidência da República, com base em recomendação que veiculou pelo Foro de S. Paulo e de intenções sobre o governo que se instalaria, foi difundido o seguinte decálogo que facilitaria a aplicação das teorias de Gramsci.
  • Controlar politicamente o Judiciário;
  • Desmoralizar o Congresso;
  • Amordaçar o Ministério Público;
  • Arrochar a coleta de impostos de toda a ordem;
  • Valer-se de dossiês para impor a vontade a banqueiros, empresários e adversários políticos;
  • Direcionar a produção artística e cultural; controlar a imprensa e a internet;
  • Instalar núcleos de ativistas em todos os órgãos da administração pública;
  • Promover a instabilidade no campo;
  • Desmoralizar e desmantelar as Forças Armadas, criando forças paralelas e
  • Desarmar a população.
O respeitável leitor poderá confirmar com as suas leituras e visão histórica como o decálogo vem sendo cumprido e, aos poucos, a Técnica da Inconscientização vem silenciando as mentes das verdadeiras elites responsáveis pelo destino da nossa Pátria, palavra esta que não faz parte do sentimento e da cultura daqueles que, no silêncio de gabinetes, buscam aliados para se legitimarem no poder com o objetivo de achatar a sociedade e impedir a liberdade das sociedades que se compõem de extratos diferentes no âmbito político, econômico e social.

O debate das candentes questões nacionais só se realiza durante campanhas às eleições gerais. Após os pleitos o universo de debates silencia. Os líderes de opinião se apagam. As entidades de massa crítica (sindicatos patronais e outros) se retraem para se adequar às mudanças e interesses. Assim, os governantes calam a opinião pública e impõem, com a “arte do poder” das relações com os parlamentos e a justiça nomeada, o processo de expropriação econômica e moral da sociedade que se silencia e que tem como poucos defensores do legítimo interesse social a IMPRENSA e o Ministério Público em todos os níveis, hoje, visados pelo mais alto magistrado da nação, o presidente da república.
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