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"O Chefe" |
Após anos de investigação, Ivo Patarra afirma: "Lula é o chefe. A rede de esquemas é enorme, complexa e, se houver inteligência, Lula não deve saber dos detalhes, até para não ser envolvido. Para ler, clique aqui. | |
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A Nação Brasileira está dividida!
De um lado, os membros do Poder que dominam e usufruem das estruturas do Estado, em aliança com o crime organizado, desprezando o bem comum.
Do outro lado, a sociedade na amarga posição de suplicante de direitos nunca atendidos. Essa realidade perversa compromete o futuro da Nação e a segurança do Brasil e das Américas. O exercício da cidadania é o caminho para impor o bem comum.
A UNIÃO NACIONALISTA DEMOCRÁTICA objetiva aliar brasileiros para exigir do Poder Público o respeito às instituições, a preservação da nacionalidade, a autodeterminação do Brasil, a garantia da ordem pública e a reintegração da nação nas riquezas do país, lembrando a todos, que o PARÂMETRO DA AUTORIDADE É A LEGALIDADE. BRASIL ACIMA DE TUDO!
UND UNIÃO NACIONALISTA DEMOCRÁTICA Antonio Ribas Paiva
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Por Olavo de Carvalho (*)
Quem quer que, mais de uma década atrás, estudasse com atenção as atas do Foro de São Paulo e as confrontasse com as ações de seus membros espalhados por duas dúzias de países teria chegado fatalmente, tal como eu mesmo cheguei, às seguintes conclusões: 1. O Foro era uma peça vital no esquema do terrorismo e do narcotráfico internacionais (não somente latino-americanos). 2. Criação quase que exclusivamente brasileira, ele tinha no Brasil o seu centro de comando estratégico e em outros países-membros as suas vanguardas incumbidas das ações táticas mais imediatas e espetaculares. 3. Isso bastava para demonstrar que a aparente distinção entre uma “esquerda revolucionária” e uma “esquerda democrática”, personificadas respectivamente por Hugo Chávez e Lula, não passava de uma camuflagem calculada para ocultar a unidade estratégica do conjunto. 4. No quadro do Foro, a articulação da esquerda com quadrilhas de delinqüentes, que já se preparava desde os anos setenta (v. meu livro de 1993, A Nova Era e a Revolução Cultural, Apêndice I, em http://www.olavodecarvalho.org/livros/neesquerdas.htm), sofreu um upgrade formidável, permitindo que as FARC se tornassem as senhoras absolutas do narcotráfico no continente e as controladoras de várias organizações criminosas menores, como o PCC e o Comando Vermelho. 5. A articulação perfeita da violência criminosa com a luta política legal (transformada ela própria, portanto, em instrumento do crime) estendia um manto de proteção continental sobre terroristas e narcotraficantes que operassem em países estrangeiros e tornava a América Latina inteira um território livre para a atuação desses delinqüentes. |
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O imenso potencial revolucionário das MARAS |
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Por Heitor de Paola (*) Hoje Lula receberá oficialmente, provavelmente com honras de Chefe de Estado, a Manuel ("Mel") Zelaya Rosales, ex-Presidente de Honduras, deposto constitucionalmente. Muito já foi dito de Zelaya. Na mídia chapa branca, até hoje consta que ele foi derrubado por um "golpe de Estado" das Forças Armadas e deverá ser noticiado em primeira página como um herói. Mas falta dizer muita coisa que jamais será encontrada nesta mídia. O apoio maciço de Chefes de Estado e de Governo de todo mundo, com raras exceções, obscureceu outros apoios que cabe à mídia internáutica, alternativa, trazer à luz. Mary Anastasia O'Grady denunciou ontem no Wall Street Journal que o financiamento das turbas de manifestantes pró-Zelaya em Honduras são de origem colombiana, das FARC. Provas desta conexão começam a aparecer em abundância. Que interesse teriam as FARC em apoiar Zelaya? Certamente este estava transformando Honduras num narcoestado e a pronta ação dos poderes constitucionais abortaram este objetivo cujo interesse inclui a organização comuno-criminosa Foro de São Paulo. Ontem também surgiu outra conexão importante. Kristen Keranen denunciou na Revista Nicaragua Hoy que o governo de Ortega praticamente cedeu a soberania nacional no estado de Nueva Segovia aos apoiadores de Zelaya, entre eles camponeses empregados de Mel, instrutores militares cubanos, venezoelanos e a infiltração de mareros, elementos das maras ou pandillas, gangues de rua extremamente violentas que aterrorizam há anos principalmente San Salvador, Honduras e Guatemala. As principais e mais ferozes são a Mara Salvatrucha (foto) ou MS 13 e a Mara 18 (da Rua 18). Praticam homicícidos, roubos, tráfico de drogas e de armas, danos materiais, extorsão, chantagem e seqüestros. Atuam também nos EE UU, principalmente Los Angeles e Washington DC. |
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Uma nova receita para autocratas |
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Por Moises Naim (*)
O mundo já não digere mais tão bem os golpes militares como antes. Mas hoje os autocratas têm uma maneira de tramar um golpe para capturar o poder. Esta nova receita baseia-se mais em advogados do que em coronéis e, como ingredientes-chave, usa referendos e emendas constitucionais no lugar de tanques e assaltos a palácios presidenciais. Mas o resultado é o mesmo: um ditador que retém o poder por tempo indefinido.
Como todas as receitas que se disseminam pelo mundo, cada país prepara a sua com seus próprios temperos. Por exemplo, a fórmula usada no Zimbábue, que mantém Robert Mugabe no poder há 29 anos, é mais mordaz do que a receita adotada na Rússia, onde, apesar de eleições e de um novo presidente, ainda é Vladimir Putin quem dita as regras.
No Irã, onde é apreciada uma política temperada com religião, e onde o líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei, descreve a vitória eleitoral do presidente Mahmoud Ahmadinejad como "sinal divino", as milícias espancando os manifestantes contra as eleições são um ingrediente a mais fundamental.
Na América Latina, um sabor essencial é a manipulação da Constituição. Em Honduras, Manuel Zelaya tentou seguir essa receita, reescrevendo as leis de seu país para conseguir criar um segundo mandato. Mas o resultado foi uma indigestão e uma tentativa, fracassada, de imunizar o país contra os estragos provocados por esse prato.
Aqui está a nova receita para os autocratas em todo o globo.
Ingredientes:
Milhões de pobres; uma grande dose de desigualdade; uma pobreza inimaginável coexistindo com uma riqueza incomensurável; injustiças, exclusão social e discriminação racial e corrupção em grande quantidade. Elites econômicas e políticas complacentes que pensam "estamos no controle da situação; aqui nada sucederá"; partidos políticos desacreditados; uma classe média apática e desiludida com a democracia, a política e os políticos; Parlamento, Poder Judiciário e Forças Armadas enfraquecidos, depois de curtidos por muito tempo num caldo de indolência, ineficiência e corrupção - fica fácil comprar um juiz, um senador ou um general. |
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