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"O Chefe" |
Após anos de investigação, Ivo Patarra afirma: "Lula é o chefe. A rede de esquemas é enorme, complexa e, se houver inteligência, Lula não deve saber dos detalhes, até para não ser envolvido. Para ler, clique aqui. | |
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A Nação Brasileira está dividida!
De um lado, os membros do Poder que dominam e usufruem das estruturas do Estado, em aliança com o crime organizado, desprezando o bem comum.
Do outro lado, a sociedade na amarga posição de suplicante de direitos nunca atendidos. Essa realidade perversa compromete o futuro da Nação e a segurança do Brasil e das Américas. O exercício da cidadania é o caminho para impor o bem comum.
A UNIÃO NACIONALISTA DEMOCRÁTICA objetiva aliar brasileiros para exigir do Poder Público o respeito às instituições, a preservação da nacionalidade, a autodeterminação do Brasil, a garantia da ordem pública e a reintegração da nação nas riquezas do país, lembrando a todos, que o PARÂMETRO DA AUTORIDADE É A LEGALIDADE. BRASIL ACIMA DE TUDO!
UND UNIÃO NACIONALISTA DEMOCRÁTICA Antonio Ribas Paiva
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General Marco Antonio Felicio da Silva (*) Em 15 de janeiro de 2001, o Embaixador M. Pio Correa, exemplo de uma classe de diplomatas que rareia na atualidade, publicou artigo intitulado “O Granadeiro Emparedado”. É a história de um soldado de Napoleão, encontrado no meio de grossa parede de um solar português, século e meio após a ocorrência do fato. Narra que o soldado, durante a invasão de Portugal pelos franceses, em 1807, introduzira-se no solar para roubar, prática comum nos exércitos napoleônicos. Descoberto, foi morto pelos moradores, em face do ódio que devotavam aos invasores estrangeiros. ‘Para evitar represálias, esconderam o corpo em grossa parede. E, com profunda sabedoria, arremata: “É esse precisamente o destino que certos círculos políticos, e não dos menos influentes, parecem esforçar-se por dar às Forças Armadas (FA) do Brasil: emparedá-las, encapsulá-las, reduzi-las à imobilidade e ao silêncio, separá-las do corpo da cidadania nacional, privá-las do respeito e da consideração de que, através da História, sempre gozaram da parte dos governos e do povo. “O propósito óbvio é o de negar às FA qualquer presença, muito menos influência, na vida institucional da Nação.” Tal propósito, planejado, obedecendo interesses internacionalistas, foi incrementado durante os últimos 20 anos, principalmente no governo do Sr. Fernando Henrique Cardoso(FHC) e, para os desavisados, tem tido continuidade no governo Lula, embora, de quando em vez, promessas jamais cumpridas, antagonizadas pela realidade vivida pelas FA: parcos recursos e deficiências de toda ordem. Como exemplo, a falta de investimentos em novos sistemas de armas e a drástica redução de efetivos militares, neste ano de 2009. Desde 1967, parcela da obra literária de FHC, extensa e confusa, sugere o desenvolvimento do Brasil e de outros países latino-americanos sob a dependência da macroeconomia norte-americana (Teoria da Dependência). Embora considerado por seus pares socialista-marxista, FHC, no seu auto-exílio no Chile, foi admitido na CEPAL (Comissão Econômica para a América Latina), órgão da ONU, recebendo alto salário em cargo de nível diplomático. Tinha direito a privilégios: isenção de impostos, vida abastada, bela casa em bairro nobre e carro Mercedes Benz com motorista. No retorno do seu auto-exílio, em 1978, desembarcou no Brasil com verba de 180 mil dólares, destinada ao CEBRAP, doada pela Fundação FORD. O Diálogo Interamericano (DI), seminário a que FHC compareceu, e cuja ata de fundação subscreveu no início da década de 80 (1982), juntamente com LUIZ IGNÁCIO LULA da SILVA (pasmem!), é ONG ligada a órgão do Congresso dos EUA, o Centro Acadêmico Woodrow Wilson (CAWW), sendo suas verdadeiras finalidades estatutárias desconhecidas. FHC ocupa, hoje, alta posição na direção do DI. |
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As astuciosas reações de Lula, Chávez e Correa confirmam seus nexos com as FARC |
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Por Coronel Luis Alberto Villamarín Pulido (*) Desde Quito Rafael Correa fez a palhaçada de pedir a Jojoy que confirmasse se as FARC deram dinheiro para sua campanha presidencial. Como era óbvio se esperar, desde a Venezuela Ivan Márquez lhe respondeu que não. Por sua parte, com o consuetudinário cinismo marxista-leninista Hugo Chávez negou que os lança-foguetes de fabricação sueca tivessem sido entregues às FARC pelo governo venezuelano, e desatou outra tormenta midiática carregada de insultos e descomedimentos contra a Colômbia, com a desculpa de que a presença militar dos Estados Unidos na Colômbia é um perigo para a sua “democracia”. Entretanto, com o mesmo cinismo Lula da Silva, o outro conspirador e um dos dois cérebros da estratégia comunista do século XXI no continente (o outro é Fidel Castro), acorreu com o ardil de oferecer seus serviços como mediador entre Caracas e Bogotá mas, ao mesmo tempo, teve o descaramento de pedir explicações ao governo colombiano ante a UNASUL e a OEA. Nesse sentido Lula atua igual a Fidel Castro, quando o ditador cubano ordenou a Chávez que se descabelasse pela captura de Granda e depois mediou entre Uribe e Chávez para remover todos os obstáculos para alcançar um determinado fim na disputa. Como era de se supor, o governo colombiano respondeu com firmeza, desistiu de assistir à improdutiva e “mamertizada” [1] cúpula da UNASUL e com atitude galharda deixou claro ante o mundo inteiro que, nem no fraudulento acordo humanitário apadrinhado por Piedad Córdoba, nem na manipulação da UNASUL, a Colômbia pode ceder ante a chantagem e as fanfarronices dos peões de Fidel Castro na América Latina. O conto chinês elaborado por Correa, de que Raúl Reyes o rotulou de traiçoeiro, não é mais que outra das astúcias do pitoresco mandatário equatoriano com a intenção de desviar o curso de suas responsabilidades penal, política e histórica por ter nexos com terroristas. O histerismo de Chávez pela presença militar dos Estados Unidos na região, não só pretende liberar a atual pressão das Forças Militares contra Mono Jojoy, como tenta buscar a forma de desqualificar o conteúdo dos computadores de Reyes para ter futuros argumentos de defesa ante as instâncias internacionais, quando for chamado para responder por elevar o terrorismo. |
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La receta para dar golpes de estado |
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Esta fórmula ofrece ingredientes para dar golpes sin usar fuerzas armadas Por Moisés Naím (*) El propósito de esta receta es ofrecer los ingredientes y la preparación para golpes de Estado que no dependan -al menos inicialmente- del uso de las Fuerzas Armadas. Como se sabe, el mundo ya no digiere tan bien los golpes militares. Esta intolerancia ha puesto de moda una nueva forma de cocinar la toma del poder. La nueva receta se basa más en abogados que en tenientes coroneles, y usa como ingredientes fundamentales reformas constitucionales y referendos en vez de tanques y ataques armados al palacio presidencial. La receta es diferente, pero el resultado es el mismo: un líder autocrático que, guardando las apariencias democráticas, retiene el poder por tiempo indefinido y hace lo que quiere. Es importante enfatizar que, al igual que todas las recetas que se internacionalizan, ésta también se prepara de manera algo diferente en cada país. Por ejemplo, las elecciones en Zimbabue para dejar a Robert Mugabe en el poder después de 29 años se cocinan de manera distinta de como se practica la gastronomía electoral en Rusia. Allí la receta garantizó que, a pesar de las elecciones, Vladímir Putin siga mandando aunque el presidente es otro. A su vez, en Irán, donde les gusta comer la política muy aderezada con religión, el chef supremo, Alí Jamenei, explicó que la aplastante y sospechosa victoria electoral del presidente Mahmud Ahmadineyad fue "una señal divina". Quienes salieron a las calles de Teherán a reclamar, convencidos de que les habían robado el voto fueron, apaleados por las milicias civiles del régimen. Estas milicias son otro ingrediente indispensable en esta receta. En su versión latinoamericana, la receta depende más de manipulaciones constitucionales que en otras partes. A continuación les ofrezco los ingredientes -con sazón latina- y su preparación. INGREDIENTES 1. Millones de pobres. Una abrumadora mayoría de la población a la que siempre se le ha prometido mucho y dado poco. 2. Gran dosis de desigualdad. Pobreza inimaginable que coexiste con fortunas incalculables. 3. Injusticia, exclusión social y discriminación racial. 4. Corrupción en abundantes cantidades. |
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