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"O Chefe"
Após anos de investigação, Ivo Patarra afirma: "Lula é o chefe. A rede de esquemas é enorme, complexa e, se houver inteligência, Lula não deve saber dos detalhes, até para não ser envolvido. Para ler, clique aqui.
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A Nação Brasileira está dividida!

De um lado, os membros do Poder que dominam e usufruem das estruturas do Estado, em aliança com o crime organizado, desprezando o bem comum.

Do outro lado, a sociedade na amarga posição de suplicante de direitos nunca atendidos.
Essa realidade perversa compromete o futuro da Nação e a segurança do Brasil e das Américas. O exercício da cidadania é o caminho para impor o bem comum.

A UNIÃO NACIONALISTA DEMOCRÁTICA objetiva aliar brasileiros para exigir do Poder Público o respeito às instituições, a preservação da nacionalidade, a autodeterminação do Brasil, a garantia da ordem pública e a reintegração da nação nas riquezas do país, lembrando a todos, que o PARÂMETRO DA AUTORIDADE É A LEGALIDADE.


BRASIL ACIMA DE TUDO!

UND  UNIÃO NACIONALISTA DEMOCRÁTICA
Antonio Ribas Paiva

I Encontro Sul-Americano de Estudos Estratégicos

Entre os dias 10 e 13 de novembro, na Escola Superior de Guerra (ESG), no Rio de Janeiro, será realizado o primeiro Encontro Sul-Americano de Estudos Estratégicos, simultaneamente com a nona edição do Encontro Nacional de Estudos Estratégicos (ENEE).

“A promoção do I Encontro Sul-Americano de Estudos Estratégicos (ESEE), intenção compartilhada com Ministérios e Instituições congêneres das demais nações sul-americanas, configura uma oportunidade para que, por meio de amplo e livre debate, seja possível contemplar alguns dos múltiplos interesses que constituem a agenda do continente”, diz a instituição.

A ESG informa que a iniciativa buscará atingir metas propostas pelo Ministério da Defesa do Brasil, particularmente centradas na recente e formalizada criação da União das Nações Sul-Americanas, e de um dos seus corolários na área da Segurança Regional: o Conselho de Defesa Sul-Americano.

“Com este escopo especial, os eventos previstos para o I ESEE terão um viés prevalente na expressão militar, sem abandonar, contudo, a necessidade de estudar e conhecer a fundo as vertentes políticas, econômicas, culturais, sociais e científico-tecnológicas da América do Sul no momento atual, em todas as suas possibilidades de interação”, destaca a organização do evento.

A Escola Superior de Guerra pretende reunir intelectuais e militares dos países da UNASUL para que haja um debate produtivo sobre questões que exigem convergência de esforços para melhor atuação dos países do continente sul-americano num sistema internacional em constante mutação e pleno de crises e incertezas.

Durante três dias, serão realizados painéis abordando a seguinte temática: Conselho de Defesa da UNASUL, cooperação e medidas de confiança mútua no campo da defesa, indústria de defesa e relacionamento econômico, sócio- cultural e cooperação acadêmica.

Eis a programação:

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JN: O Cirque Du Soleil da notícia
Por Klauber Cristofen Pires (*)

Coube aos apresentadores Willian Bonner e Fátima Bernardes, e com a ajuda do jornalista Carlos de Lannoy, contorcerem-se para tentar desacreditar o que eles mesmos, ao fim, afirmaram, ou seja: que um golpe com vistas a se perpetuar no poder foi tramado e executado de forma desobediente e reincidente por Zelaya.

Haverá um tempo, talvez infelizmente distante, em que as faculdades de jornalismo venham a apresentar a extrema parcialidade da imprensa de hoje como um período lastimável de nossa história. Um tempo em que a verdade havia sido seqüestrada e imolada sob a algozaria ideológica e sob uma estranha instituição denominada concessão pública (Sobre a qual ainda tecerei um artigo a respeito). Até lá, muito trabalho se nos espera.

Como afirmei em um artigo anterior sobre a matéria, o tempo corre a favor de Honduras, pois não é possível manter a verdade sufocada indefinidamente: era vital que as investidas lulo-chavistas tivessem surtido efeito imediatamente, de modo que, quando os cidadãos de todos os países tivessem dado conta de que haviam caído em um engodo de proporções mundiais, já não fosse possível fazer com que a justiça prevalecesse.

Desde então, passados três meses dos fatos que culminaram com a deposição de Manuel Zelaya, um grande desconforto tem crescido nos meios de comunicação: apressados que foram em passar recibo às extravagâncias dos governantes aliados do Foro de São Paulo, em especial Hugo Chávez e Lula, agora têm de recorrer aos mais habilidosos malabarismos, daqueles de fazer inveja aos artistas do famoso Cirque Du Soleil, para justificar as ocultações e distorções produzidas na cobertura dos eventos e se possível, reverter gradativamente a posição adotada sem que pareça que sempre estiveram a manipular a opinião do público.

Um flagrante digno de se tornar um clássico estudo de caso, sem dúvida, foi a matéria divulgada pelo Jornal Nacional na noite de 24/09/2009. Sem ter o que afirmar diante do que é notório, coube aos apresentadores Willian Bonner e Fátima Bernardes, e com a ajuda do jornalista Carlos de Lannoy, contorcerem-se para tentar desacreditar o que eles mesmos, ao fim, afirmaram, ou seja: que um golpe com vistas a se perpetuar no poder foi tramado e executado de forma desobediente e reincidente por Zelaya; que o congresso e a corte suprema daquele país o advertiram e o depuseram conforme a constituição; que cabe àquela corte suprema a competência para dizer o direito e interpretar a constituição; e que os militares somente agiram em obediência aos poderes constituídos, como executores da lei.

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Patrimônio a defender

 
Gen Ex GILBERTO BARBOSA DE FIGUEIREDO, Presidente do Clube Militar

Não me lembro de ter passado uma única semana sem que chegue ao Clube Militar, enviada por civis das mais diversas profissões, alguma mensagem sugerindo que os militares têm de retomar o poder para acabar com o caos instalado nos órgãos dos poderes executivo e legislativo, principalmente. A todos tenho respondido, pacientemente, que, se depender de mim, jamais.

As sugestões, por certo, pretendem fazer um paralelo com 1964, quando a anarquia generalizada teve um fim com a participação ativa das Forças Armadas. Acontece que, naqueles idos, a situação era absolutamente diversa. Na verdade, as Forças Armadas entraram em cena interpretando uma vontade nacional, pressionadas pelos movimentos populares nas ruas e pelas campanhas de mídia, impressa e eletrônica. Naquele momento, como em outras oportunidades em nossa história, as Forças Armadas não participaram como intrusas, mas como intérpretes dos anseios do povo brasileiro.

Se as resultantes foram boas ou más para o Brasil, é assunto para interminável discussão em que sempre aparecerão pessoas com opiniões divergentes. Por certo, como todo fato histórico, a partir dele foram geradas consequências boas e más. A história, certamente, quando o tempo tiver amainado as paixões, fará o justo balanço daquele período.

Hoje, estamos em um momento absolutamente diferente. Se há procedimentos de nossos políticos que nos trazem vergonha, atingimos, por outro lado, significativo nível de estabilidade institucional, sem dúvida um precioso patrimônio a ser preservado.

O que, no momento, fica imprescindível é não agredirmos esse patrimônio com ações insensatas. O que precisamos é pensar com mais desprendimento patriótico e com menos egoísmo. E isso diz respeito ao cidadão comum que se recusa a cumprir a lei, cometendo pequenos delitos, e chegando ao político inescrupuloso que se aproveita do cargo público para beneficiar a si próprio, a parentes e amigos.

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